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Nespresso lança coleção Festive 2025 com cafés e acessórios sofisticados para presentear no Natal

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Coleção Festive 2025 transforma presentes em experiências memoráveis

Com a chegada do Natal, encontrar o presente ideal pode ser um desafio. Para quem deseja surpreender com sofisticação e criatividade, a Nespresso apresenta a coleção Festive 2025, desenvolvida especialmente para a temporada de festas. A linha reúne blends exclusivos, acessórios colecionáveis e o esperado Calendário do Advento, proporcionando experiências únicas para presentear familiares, amigos e pessoas especiais.

Mariana Marcussi, diretora de Marketing e Sustentabilidade da Nespresso, destaca:

“A coleção Festive celebra o gesto de presentear alguém especial. Além dos blends exclusivos de final de ano, cada detalhe dos acessórios, como taças, canecas e o Calendário do Advento, transforma momentos em experiências sofisticadas e memoráveis.”

Identidade visual inspirada na arte africana

A coleção conta com design assinado pela artista queniana Thandiwe Muriu, reconhecida por incorporar símbolos da cultura africana e da feminilidade em suas obras. A paleta de cores elegante e os traços florais, inspirados na flor do café, reforçam a sofisticação da edição e o charme dos itens colecionáveis.

Novos sabores que traduzem o espírito natalino
  • Além dos acessórios, a linha Festive 2025 traz novos blends aromatizados, desenvolvidos para surpreender o paladar:
  • Sweet Almond & Hibiscus: combina o doce da amêndoa com um toque floral de hibisco.
  • Cinnamon & Candied Tamarind: mistura o calor da canela com a doçura do tamarindo cristalizado, capturando a essência das festas.
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Para os amantes dos clássicos, a edição também oferece:

  • Festive Espresso (Original) e Festive Double Espresso (Vertuo): blends requintados de arábicas africanos provenientes de Ruanda, República Democrática do Congo e Quênia.
Acessórios exclusivos para presentear com estilo

A coleção inclui uma série de itens colecionáveis que complementam a experiência do café:

Calendário do Advento: contagem regressiva para o Natal com 24 janelas, cada uma revelando um café e um acessório surpresa. Disponível para máquinas dos sistemas Original e Vertuo, com design exclusivo de Thandiwe Muriu.

  • Taças Barista Mixologist: assinadas por Federico Peri, representam a magia das celebrações e adicionam elegância à experiência de café.
  • Caneca Festive Nespresso: design exclusivo inspirado na flor do café, ideal para os coffee lovers.
  • Bolsa Lifestyle por Thandiwe Muriu: padrão colorido vibrante, perfeita para dar estilo ao dia a dia.
  • Caixa de chocolate amargo com nibs de cacau caramelizados: combina textura e sabor intensos, perfeita para complementar o presente.
Disponibilidade

Os cafés e acessórios da edição limitada Festive 2025 estão disponíveis nas boutiques Nespresso, pelo aplicativo e no site oficial da marca, garantindo que os presentes cheguem a tempo de tornar o Natal ainda mais especial.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Setor cooperativo, que movimenta R$ 758 bilhões, ganha acesso a fundos regionais

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As 4.384 cooperativas brasileiras ganharam uma nova alternativa para financiar projetos de infraestrutura, armazenagem, industrialização e expansão das atividades econômicas. A Lei Complementar 231/2026 passou a permitir que essas organizações utilizem recursos dos fundos de desenvolvimento da Amazônia, do Nordeste e do Centro-Oeste.

A mudança, defendida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a tramitação no Congresso, alcança um setor que reúne 25,8 milhões de cooperados e gera mais de 578 mil empregos diretos. Segundo o levantamento mais recente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), referente a 2024, as cooperativas movimentaram R$ 757,9 bilhões e acumulavam R$ 1,39 trilhão em ativos.

O número de cooperativas contabilizadas pela OCB caiu de 4.509 para 4.384 entre os dois levantamentos mais recentes. O movimento, porém, não representa uma retração econômica do cooperativismo. No mesmo período, a quantidade de cooperados aumentou de 23,45 milhões para 25,8 milhões, enquanto os empregos diretos avançaram de 550,6 mil para 578 mil. O volume movimentado cresceu 9,5%, passando de R$ 692 bilhões para R$ 757,9 bilhões.

No agronegócio, a presença das cooperativas é ainda mais significativa. O país reúne 1.172 cooperativas agropecuárias, formadas por aproximadamente 1,1 milhão de produtores e responsáveis por 268 mil empregos diretos. O ramo movimentou R$ 438,3 bilhões em 2024, o equivalente a quase 58% de todo o cooperativismo nacional.

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Essas organizações respondem por mais da metade da originação de grãos e fibras no Brasil. Também possuem participação importante nas cadeias de leite, café, carnes, frutas e hortaliças, principalmente por reunir pequenos e médios produtores que, individualmente, teriam menor capacidade de armazenar, industrializar e comercializar a produção.

A nova legislação inclui expressamente as cooperativas entre os possíveis beneficiários do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). Até então, a ausência dessa previsão limitava a apresentação direta de projetos por essas organizações.

Na prática, uma cooperativa poderá buscar financiamento para construir ou ampliar silos, armazéns frigorificados, unidades de beneficiamento, fábricas de ração, laticínios, frigoríficos e agroindústrias. Os recursos também podem apoiar investimentos em energia, irrigação, logística e outras estruturas compartilhadas pelos cooperados.

O financiamento não será liberado automaticamente. As cooperativas precisarão apresentar projetos técnica e economicamente viáveis, enquadrados nas prioridades de desenvolvimento de cada região. As propostas serão avaliadas pelas superintendências regionais e pelos agentes financeiros responsáveis pela operação dos recursos.

Os três fundos não devem ser confundidos com o FNO, o FNE e o FCO, linhas constitucionais já utilizadas no crédito rural. O FDA, o FDNE e o FDCO são voltados principalmente a empreendimentos estruturantes, com potencial para gerar empregos, ampliar a atividade econômica e reduzir desigualdades regionais.

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Para a FPA, a mudança permite que os recursos cheguem a municípios nos quais o crédito tradicional ainda é restrito. A organização coletiva também possibilita que produtores dividam custos e executem projetos que dificilmente seriam viáveis de forma individual.

Presidente da FPA, o deputado Pedro Lupion afirmou que o acesso aos fundos amplia a capacidade de investimento das cooperativas e fortalece a geração de renda no interior. O vice-presidente da frente na Câmara, Arnaldo Jardim, destacou que a medida favorece projetos maiores de industrialização e comercialização, com maior agregação de valor à produção.

A Lei Complementar 231/2026 não cria novos gastos nem reserva uma parcela dos fundos exclusivamente para o cooperativismo. A mudança amplia o grupo de organizações autorizadas a disputar os recursos já disponíveis, conforme as regras de cada programa e a qualidade dos projetos apresentados.

Para os municípios produtores, o principal efeito esperado é a possibilidade de transformar uma parcela maior da produção no próprio interior. Em vez de apenas vender grãos, leite, café ou animais, as cooperativas poderão investir no armazenamento e na industrialização, mantendo empregos, renda e arrecadação mais próximos das propriedades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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