AGRONEGÓCIO
PIB do Paraná cresce acima da média nacional em 2025 e mantém Estado entre as maiores economias do Brasil
AGRONEGÓCIO
O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná registrou crescimento de 2,8% em 2025, superando o desempenho da economia brasileira, que avançou 2,3% no mesmo período. O resultado coloca o Estado com um desempenho 22% superior à média nacional, segundo dados divulgados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social nesta segunda-feira (23).
Paraná mantém posição de destaque na economia nacional
Com os avanços registrados ao longo do ano, o PIB do Paraná atingiu R$ 765 bilhões em valores correntes em 2025. O resultado garante ao Estado a quarta posição no ranking das maiores economias estaduais do País, além de uma participação superior a 6% no PIB brasileiro.
Agropecuária lidera crescimento com produção recorde
O principal destaque do desempenho econômico paranaense foi o setor agropecuário, que cresceu 13,1% em 2025, superando o avanço de 11,7% registrado no cenário nacional.
O Estado alcançou recordes de produção em diversas cadeias, como frango, suínos, peixes, leite e ovos, consolidando sua relevância no agronegócio brasileiro e contribuindo diretamente para o resultado positivo do PIB.
Setor de serviços também avança acima da média nacional
O setor de serviços, que engloba atividades como turismo e atendimento às famílias, também apresentou desempenho superior ao nacional. No Paraná, o crescimento foi de 2,2%, enquanto no Brasil o avanço ficou em 1,8%.
Esse resultado reforça a diversificação da economia estadual e a contribuição do consumo interno para o crescimento.
Crescimento expressivo desde 2018 e projeções positivas
Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o avanço do PIB reflete um ciclo consistente de expansão econômica.
De acordo com ele, o PIB estadual passou de R$ 440 bilhões em 2018 para cerca de R$ 765 bilhões em 2025. A expectativa é que o Estado ultrapasse R$ 800 bilhões já em 2026, mantendo uma trajetória de crescimento acelerado.
O governador destaca que o resultado é consequência de investimentos em infraestrutura, estímulo ao setor produtivo e expansão dos negócios no Estado.
Desempenho trimestral reforça ritmo de crescimento
No quarto trimestre de 2025, o PIB do Paraná somou R$ 181 bilhões, com crescimento real de 2,7% na comparação com o mesmo período de 2024.
Nesse intervalo, a agropecuária teve expansão expressiva de 19,4%, enquanto o setor de serviços avançou 1,7%, mantendo a tendência positiva observada ao longo do ano.
Gestão e apoio ao setor produtivo impulsionam economia
Para o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, o desempenho da economia paranaense é resultado de políticas públicas eficientes e do fortalecimento do setor produtivo.
Segundo ele, o crescimento foi alcançado mesmo diante de desafios como juros elevados, alta carga tributária e barreiras comerciais internacionais, como o aumento de tarifas nos Estados Unidos.
Perspectiva de continuidade no crescimento
O desempenho acima da média nacional reforça o posicionamento do Paraná como um dos principais motores da economia brasileira. A combinação entre agropecuária forte, expansão dos serviços e ambiente favorável aos negócios indica perspectivas positivas para os próximos anos, com potencial de manutenção do ritmo de crescimento econômico.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Revista Pensar Agro supera 14 mil acessos em 57 países. Aqui a edição de julho
A edição de julho da Revista Pensar Agro já está disponível (link abaixo), em portugues e inglês. Na última edição a Pensar Agro ultrapassou a marca de 14 mil acessos, com leitores em 57 países. O alcance internacional reforça a presença da publicação no debate sobre os desafios enfrentados pelo agronegócio brasileiro e a inserção do setor nos principais mercados mundiais.
A reportagem de capa desta edição analisa as exigências da União Europeia para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. As mudanças deverão alterar os critérios de competitividade da pecuária mundial e podem influenciar o acesso de carnes e outros produtos de origem animal aos mercados mais exigentes.
A discussão sanitária deixou de se limitar à utilização ou à proibição de determinados medicamentos. As exigências passam a envolver rastreabilidade, biossegurança, fiscalização e capacidade de comprovar a conformidade ao longo de todo o sistema produtivo.
Embora o Brasil possua uma das pecuárias mais eficientes do mundo, a adaptação às novas regras exigirá investimentos e mudanças nos processos de controle e certificação. A reportagem mostra que escala e produtividade continuarão importantes, mas já não serão suficientes para garantir competitividade. Tecnologia, governança sanitária e transparência deverão ter peso crescente nas negociações comerciais.
A edição também traz, na coluna Mercado, uma análise sobre os efeitos da geopolítica na safra de 2027. O texto aborda como conflitos internacionais, instabilidade cambial, dificuldades logísticas, disputas tecnológicas entre Estados Unidos e China e novas exigências ambientais podem afetar custos, planejamento e acesso a mercados.
Entre os temas analisados está o Regulamento Europeu Antidesmatamento, conhecido pela sigla EUDR, que amplia as exigências de rastreabilidade para produtos destinados à União Europeia. O cenário reforça a necessidade de o produtor acompanhar não apenas o clima e os preços, mas também decisões políticas e regulatórias tomadas fora da porteira.
Com análises técnicas, visão crítica e linguagem voltada ao setor produtivo, a edição procura traduzir mudanças internacionais que já influenciam as decisões dentro das propriedades rurais. O objetivo é ajudar produtores, profissionais, empresas e entidades do agronegócio a compreender riscos, antecipar exigências e identificar oportunidades.
Os mais de 14 mil acessos registrados em 57 países mostram que os temas discutidos pela Revista Pensar Agro ultrapassam as fronteiras brasileiras. A presença de leitores em diferentes mercados também amplia a projeção do agronegócio nacional e fortalece o intercâmbio de informações sobre produção, tecnologia, sustentabilidade e comércio internacional.
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Fonte: Pensar Agro
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