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Preço da carne de frango dispara e se aproxima do patamar pré-gripe aviária, aponta Cepea

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Os preços da carne de frango no Brasil seguem em forte alta, caminhando para níveis próximos aos registrados antes da gripe aviária, detectada em maio deste ano, segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A retomada das cotações internas está diretamente ligada à recuperação dos embarques nacionais, somada ao aquecimento do mercado doméstico. Esse movimento de valorização tem sido consistente desde a segunda quinzena de setembro, quando a União Europeia voltou a adquirir carne brasileira.

Exportações ajudam a sustentar os preços

Entre os países que suspenderam a compra de frango brasileiro devido à gripe aviária, a China permanece como o único mercado ainda afastado. No entanto, a retomada das exportações para outros destinos contribui significativamente para o fortalecimento das cotações.

Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, os preços devem manter-se firmes até o final de 2025, apoiados pelo ritmo de embarques internacionais e pelo aumento da procura interna.

Demanda interna impulsiona valorização

Além das exportações, a demanda doméstica também exerce papel importante na alta dos preços. Com a proximidade do período festivo, os consumidores estão pagando valores maiores pelas aves natalinas, o que reforça a expectativa de manutenção de preços elevados nos próximos meses.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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