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Semana do Cavalo 2026 distribui mais de R$ 1 milhão em prêmios e estreia arena coberta em Mato Grosso

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Mais de R$ 1 milhão em premiações e acesso gratuito ao público

A Semana do Cavalo 2026 promete movimentar o esporte equestre em Mato Grosso com mais de R$ 1 milhão em prêmios e fivelas. O evento será realizado no Parque Novo Mato Grosso, com entrada gratuita e estacionamento liberado para visitantes, oferecendo ao público a oportunidade de acompanhar de perto competições de alto nível.

Segundo Caê Póvoas, idealizador e proprietário do Haras Twin Brothers, a iniciativa busca elevar o padrão técnico do evento e valorizar tanto os atletas quanto o bem-estar dos animais.

Estreia de arena coberta garante segurança e proteção

A grande novidade desta edição é a pista de provas totalmente coberta, permitindo a realização das competições independentemente do clima. A estrutura também protege o piso da arena e oferece maior segurança para cavalos e cavaleiros, destacando o compromisso do evento com a qualidade técnica e o respeito aos animais.

Estrutura de camping para equipes e famílias

A área de camping será aberta a partir do dia 2 de março, equipada com rede de água, energia elétrica dimensionada, suporte de eletricista 24h e equipe de atendimento dedicada, garantindo conforto e logística eficiente para famílias, competidores e animais.

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Modalidades de prova: velocidade, gado e tradição familiar

As competições incluem modalidades que exigem harmonia entre cavalo e cavaleiro:

  • Três Tambores: prova de velocidade em que o conjunto deve contornar três obstáculos em formato de trevo no menor tempo.
  • Ranch Sorting: prova de habilidade com gado, incluindo a categoria Amador Família, que promove a participação de pais e filhos juntos.
  • Team Roping: prova de laço coletivo, oficializada em parte pela Associação Brasileira de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), valorizando competidores e a raça no cenário nacional.
Cronograma das competições oficiais

As atividades começam diariamente às 08h, divididas em blocos de modalidades:

Bloco de Velocidade (4 a 8 de março):

  • Provas de Três Tambores com premiação superior a R$ 250 mil.
  • Categoria “Puxadinho” para crianças a partir de 2 anos e alunos da Escola de Hipismo Haras Twin Brothers, a partir de 6 anos.

Bloco de Gado e Laço (12 a 14 de março):

  • Ranch Sorting e Team Roping, com 60% das inscrições revertidas em premiações.

Programação detalhada:

  • 12/03 (quinta-feira): 8h – Laço Técnico; 14h – categorias ABQM; 16h – Categoria Família e Desafio Semana do Cavalo; 17h – Soma 3,5.
  • 13/03 (sexta-feira): 8h – Ranch Sorting; 9h – Team Roping.
  • 14/03 (sábado): 8h – baterias de Ranch Sorting; 9h – finais de Team Roping; 16h – final da Soma 7,5.
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Atividades para crianças e programação familiar

O evento também contempla o público infantil com atividades entre 6 e 8 de março:

  • Rodeio em Carneiros, para crianças de 3 a 7 anos (até 25 kg), com inscrições limitadas no estande da Recanto Country.
  • Parque de diversões e exposição de mini animais.
  • Tambor nas Canelas, versão adaptada do Três Tambores realizada a pé para crianças.

A entrada é gratuita mediante doação de 1 kg de alimento não perecível, reforçando o caráter social do evento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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