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SENAR Play oferece curso gratuito sobre impactos da Reforma Tributária no agronegócio

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A Reforma Tributária, uma das maiores transformações no sistema fiscal brasileiro das últimas décadas, promete alterar de forma significativa a dinâmica de diversos setores — com destaque para o agronegócio.

Para apoiar produtores, gestores e profissionais do campo nesse processo de adaptação, o Senar Play disponibiliza o curso gratuito “Reforma Tributária: impactos e estratégias para o agro”, com 28 horas de duração e prazo de 30 dias para conclusão.

De acordo com o Sistema Faesc/Senar, a capacitação é uma oportunidade essencial para quem deseja se preparar para as mudanças que já estão em andamento e que devem influenciar a gestão, a competitividade e a sustentabilidade financeira das propriedades rurais nos próximos anos.

Objetivo é orientar o setor sobre estratégias práticas e de adaptação

O curso tem como propósito explicar de forma acessível e prática as principais alterações trazidas pela nova legislação e indicar estratégias para lidar com o novo modelo de tributação.

A inscrição pode ser feita diretamente no site oficial: https://ead.senar.org.br/.

Módulos abordam temas essenciais da Reforma Tributária

A capacitação é dividida em quatro módulos temáticos, que apresentam uma visão completa do impacto da reforma no setor agropecuário:

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1. Novo paradigma fiscal e estrutura da Reforma

A primeira parte introduz os principais conceitos e transformações trazidos pela Emenda Constitucional 132/2023, pela Lei Complementar 214/2025 e pelas regulamentações da Receita Federal.

O módulo discute como essas mudanças alteram a base tributária brasileira e seus reflexos na economia.

2. Regime diferenciado e benefícios para o agro

O segundo módulo aprofunda o regime diferenciado para o setor agropecuário, explicando as alíquotas reduzidas para insumos e produtos e a isenção para itens essenciais, como ovos, hortaliças e frutas.

Também é abordada a obrigatoriedade de adesão ao novo sistema para produtores com faturamento superior a R$ 3,6 milhões por ano e as regras aplicáveis à cesta básica.

3. Identificação de riscos e oportunidades

A terceira etapa orienta o participante a analisar riscos e oportunidades no negócio rural, considerando pontos como diferenças entre pessoa física e jurídica, impactos no fluxo de caixa, controle administrativo e gestão de contratos rurais (barter, integração agroindustrial, arrendamento e parceria).

4. Planejamento e transição prática

O último módulo aborda como conduzir a transição para o novo modelo tributário, indicando momentos ideais para iniciar testes, áreas mais afetadas dentro da propriedade e estratégias para o planejamento fiscal e estratégico.

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Ferramenta gratuita auxilia no cálculo de tributos

Além do curso, os produtores têm à disposição a Calculadora da Reforma Tributária, disponível gratuitamente no site da Faesc: https://sistemafaesc.com.br/.

A ferramenta permite simular valores de CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), facilitando o planejamento tributário e financeiro das propriedades rurais.

A Faesc destaca que o uso da calculadora pode aumentar a previsibilidade e segurança fiscal, ajudando produtores e contadores a se adaptarem com mais confiança às novas regras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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