AGRONEGÓCIO
Sistema FAESC/SENAR oferece mais de 460 treinamentos gratuitos em Santa Catarina neste novembro
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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar/SC), vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), promove em novembro mais de 460 cursos e treinamentos gratuitos voltados a produtores rurais e trabalhadores do campo.
A iniciativa é realizada em parceria com os Sindicatos Rurais, com o objetivo de disseminar conhecimento, aprimorar técnicas e fortalecer a gestão e produtividade nas propriedades rurais. A programação completa, com datas e municípios, está disponível neste link.
Conteúdo dos cursos integra teoria e prática
Segundo José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema FAESC/SENAR, os treinamentos priorizam conteúdos atualizados, combinando teoria e prática para inovar, melhorar a gestão, aumentar a geração de renda e garantir a sustentabilidade das propriedades rurais.
O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, destaca que a programação é estruturada conforme as necessidades específicas de cada região, identificadas anualmente junto aos Sindicatos Rurais e parceiros locais. “Dessa forma, oferecemos capacitações que geram resultados efetivos e contribuem diretamente para o fortalecimento do setor rural em Santa Catarina”, afirma.
Áreas de capacitação contemplam diversas atividades rurais
Os treinamentos estão divididos em duas linhas principais:
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As inscrições devem ser feitas diretamente no Sindicato Rural da região do interessado.
Lista completa de treinamentos
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva
Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.
Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.
Encefalites equinas representam risco para a saúde animal
As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.
Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.
Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.
Cavalos de competição exigem atenção redobrada
Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.
O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.
Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.
Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.
Vacinação é a principal ferramenta de prevenção
Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.
Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.
Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.
“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.
Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura
O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.
A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.
Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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