AGRONEGÓCIO
Sistema FAESC/SENAR oferece mais de 460 treinamentos gratuitos em Santa Catarina neste novembro
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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar/SC), vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), promove em novembro mais de 460 cursos e treinamentos gratuitos voltados a produtores rurais e trabalhadores do campo.
A iniciativa é realizada em parceria com os Sindicatos Rurais, com o objetivo de disseminar conhecimento, aprimorar técnicas e fortalecer a gestão e produtividade nas propriedades rurais. A programação completa, com datas e municípios, está disponível neste link.
Conteúdo dos cursos integra teoria e prática
Segundo José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema FAESC/SENAR, os treinamentos priorizam conteúdos atualizados, combinando teoria e prática para inovar, melhorar a gestão, aumentar a geração de renda e garantir a sustentabilidade das propriedades rurais.
O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, destaca que a programação é estruturada conforme as necessidades específicas de cada região, identificadas anualmente junto aos Sindicatos Rurais e parceiros locais. “Dessa forma, oferecemos capacitações que geram resultados efetivos e contribuem diretamente para o fortalecimento do setor rural em Santa Catarina”, afirma.
Áreas de capacitação contemplam diversas atividades rurais
Os treinamentos estão divididos em duas linhas principais:
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As inscrições devem ser feitas diretamente no Sindicato Rural da região do interessado.
Lista completa de treinamentos
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Insumos agrícolas entram em alerta global com pressão de oferta e custos elevados
O mercado global de ingredientes ativos para defensivos agrícolas entra em uma nova fase, na qual o foco deixa de ser apenas o preço e passa a envolver fatores como disponibilidade de produtos, momento de compra e gestão de riscos. A avaliação é do executivo sênior de agronegócios Sebastian Camba, que destaca uma mudança relevante na dinâmica do setor, com impactos diretos para produtores e distribuidores.
No segmento de herbicidas, os preços seguem em trajetória de alta, impulsionados principalmente pelo aumento dos custos. A valorização do petróleo eleva despesas com energia e logística, enquanto a demanda permanece aquecida, influenciada pelo calendário de plantio na China e pela temporada agrícola internacional.
Além disso, restrições ambientais vêm limitando a produção, levando empresas a reduzir vendas e, em alguns casos, suspender cotações. Muitos fabricantes já operam com pedidos comprometidos até meados ou final de maio, caracterizando um mercado mais controlado, embora não necessariamente mais caro.
Entre os inseticidas, o cenário é ainda mais pressionado. O aumento dos custos de insumos básicos, a oferta restrita e a demanda sazonal resultam em elevações generalizadas nos preços, além de maior pressão sobre prazos de entrega e seletividade na aceitação de novos pedidos. O movimento indica que o setor já entrou em um novo ciclo de preços elevados.
Um exemplo é o clorantraniliprole, que registrou alta de 25% no preço FOB na China em apenas três semanas, evidenciando a intensidade das pressões no mercado.
Já os fungicidas apresentam maior estabilidade em comparação aos demais segmentos, embora com sinais de pressão crescente. Ajustes graduais nos preços das matérias-primas, estoques baixos e pedidos estendidos até maio indicam um mercado menos volátil, porém com fundamentos ainda tensionados.
As negociações também se tornam mais diretas, refletindo um ambiente de maior cautela na cadeia.
Três fatores estruturais explicam o atual cenário de alerta no mercado de insumos agrícolas: os impactos geopolíticos sobre energia e logística, as restrições produtivas na China e a estratégia das fabricantes de priorizar pedidos existentes e controlar preços.
Esse conjunto de elementos resulta em um ambiente com maior controle da oferta e aumento do risco na cadeia de suprimentos, em que a decisão mais estratégica passa a ser o momento da compra, e não apenas o custo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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