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Três Lagoas sedia seis grandes eventos do setor florestal em agosto

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Três Lagoas (MS), conhecida como a capital do Vale da Celulose, será palco de uma intensa agenda em agosto com seis importantes eventos voltados à indústria de base florestal. O município, que se destaca como polo de produção de papel e celulose, reforça seu protagonismo ao receber encontros que discutem inovação, sustentabilidade e avanços técnicos no setor.

Além de reunir especialistas e lideranças do setor florestal, os eventos impulsionam a economia local ao movimentar a cadeia de serviços como hotéis, restaurantes e comércio.

A Eldorado Brasil, do Grupo J&F — referência global em excelência operacional e sustentabilidade — marcará presença em todas as programações, contribuindo com patrocínios, palestras e demonstrações de tecnologia e inovação.

Programação diversificada movimenta o setor em agosto

13ª Semana de Celulose e Papel de Três Lagoas

  • 📅 12 a 14 de agosto
  • 📍 Sede da Eldorado Brasil

13ª Semana de Celulose e Papel de Três Lagoas

Organizada pela ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel), a 13ª edição do evento terá como tema “Otimização da produção de papel e celulose: da gestão eficiente aos processos inovadores”. A proposta é apresentar soluções técnicas e inovações do setor diretamente da cidade que é referência mundial em produtividade florestal.

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7º Congresso Florestal de Mato Grosso do Sul

  • 📅 18 de agosto

Promovido pela Reflore/MS, o congresso reunirá autoridades públicas, especialistas e lideranças do setor florestal. Um dos destaques será a participação de Germano Vieira, diretor florestal da Eldorado Brasil, em debates sobre perspectivas e avanços na silvicultura sul-mato-grossense.

7º Congresso Florestal MS

Show Florestal – Feira Nacional da Indústria do Eucalipto

  • 📅 19 a 21 de agosto
  • 📍 Arena Mix

Show Florestal

Organizado pela Malinovski, o evento visa fomentar o crescimento das florestas plantadas, incentivar a inovação e criar oportunidades de negócios. Com estandes, maquinários e estrutura completa, será um espaço para troca de conhecimento entre profissionais do setor.

Rodada de Negócios Show Florestal (Sebrae)

  • 📅 20 de agosto – das 7h30 às 12h

Iniciativa do Sebrae, a rodada de negócios será voltada à conexão entre empresas florestais e compradores dos municípios da região, como Água Clara, Bataguassu, Inocência, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo e Três Lagoas.

Rodada de Negócios

Visitas Técnicas a Operações Florestais

  • 📅 21 de agosto
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As visitas permitirão que os participantes conheçam de perto as operações de empresas da região, com destaque para a área de colheita florestal da Eldorado Brasil.

2º Evolution – Encontro de Inovações e Tecnologias Florestais

  • 📅 19 e 20 de agosto de 2025

2ª edição do Evolution

Paralelamente à programação de 2024, já está confirmada a segunda edição do Evolution. O evento trará apresentações de grandes empresas do setor, com foco em inovações aplicadas à silvicultura, colheita e logística florestal.

Durante o encontro, será entregue o 1º Prêmio Startups Top10 Show Florestal, com destaque para dez startups selecionadas que apresentarão soluções inovadoras para o setor. Representando a Eldorado Brasil, participam Cássio Fagundes Gomes, coordenador de desenvolvimento operacional florestal, e Carlos Justo, gerente geral de operações florestais.

Protagonismo consolidado

Com uma agenda robusta e empresas engajadas, Três Lagoas reafirma sua posição de destaque no setor florestal brasileiro e internacional. A cidade, além de impulsionar debates técnicos e estratégicos, se transforma em vitrine de inovação e sustentabilidade na indústria de papel e celulose.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plano Brasil Soberano: Governo amplia crédito para fertilizantes

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Fabricantes de fertilizantes, produtores de matérias-primas intermediárias e mineradoras que abastecem o setor poderão contratar capital de giro pelo Plano Brasil Soberano. A mudança amplia o alcance do programa e procura dar fôlego financeiro a uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

Projetos industriais e tecnológicos ligados ao beneficiamento, refino e transformação de minerais críticos e estratégicos também terão acesso a recursos com custo reduzido. O encargo da fonte de financiamento caiu para 3% ao ano, ante percentuais que chegavam a 8% na aquisição de máquinas e equipamentos e a 6,5% em determinados investimentos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária realizada no fim de agosto. O colegiado também prorrogou por 12 meses o prazo para apresentação dos pedidos de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas elegíveis poderão protocolar as solicitações até 31 de dezembro de 2027.

Para o produtor rural, o efeito não será direto. As linhas são destinadas às empresas que produzem, processam ou fornecem insumos para a fabricação de adubos. O objetivo é melhorar as condições financeiras da indústria e reduzir riscos de interrupção no abastecimento do campo.

A inclusão do capital de giro atende a uma característica do setor. Muitas empresas precisam pagar antecipadamente pelas matérias-primas importadas, arcar com frete, armazenagem e processamento e somente depois receber pelas vendas realizadas aos produtores ou distribuidores.

Esse intervalo exige grande disponibilidade de caixa. Quando o crédito fica caro ou escasso, as empresas podem reduzir compras, estoques e produção. A consequência chega às propriedades na forma de menor oferta, dificuldade para programar entregas e maior exposição às oscilações de preços.

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Antes da mudança, as empresas da cadeia de fertilizantes podiam recorrer ao Plano Brasil Soberano principalmente para comprar máquinas ou executar projetos de investimento. Agora, os recursos também poderão financiar despesas necessárias ao funcionamento diário das operações.

A medida ganha importância porque o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência deixa a produção agrícola vulnerável ao câmbio, às cotações internacionais, aos custos marítimos e a conflitos capazes de interromper rotas ou restringir a oferta mundial.

O país responde por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes e ocupa a quarta posição entre os maiores consumidores. Soja, milho e cana-de-açúcar representam mais de 73% da demanda nacional, o que transforma o insumo em um componente decisivo dos custos das principais cadeias agrícolas.

O crédito mais barato para minerais estratégicos procura estimular investimentos em etapas que ainda são pouco desenvolvidas no Brasil. O país possui reservas minerais importantes, mas parte do material extraído é exportada sem processamento ou não chega a ser transformada internamente nos produtos necessários à agricultura.

Ao apoiar o beneficiamento, o refino e a transformação dentro do país, o governo tenta ampliar a capacidade industrial e diminuir a dependência de produtos acabados vindos do exterior. O resultado, entretanto, dependerá da execução dos projetos, que podem exigir licenciamento, infraestrutura, tecnologia e vários anos até o início da produção.

O percentual de 3% ao ano não representa necessariamente a taxa final que será paga pelas empresas. Ele corresponde ao custo da fonte de recursos e já considera a remuneração do BNDES. Nas operações indiretas, realizadas por bancos credenciados, ainda podem existir encargos do agente financeiro e custos relacionados ao risco do tomador.

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Por isso, a medida também não garante uma queda imediata no preço do fertilizante vendido ao agricultor. As cotações continuarão sujeitas ao câmbio, aos preços internacionais, ao frete, à oferta mundial de nutrientes e à demanda no período de plantio.

O ganho mais provável no curto prazo é a melhora das condições para que fabricantes e fornecedores mantenham estoques e cumpram contratos. No longo prazo, se os investimentos aumentarem a produção e o processamento de matérias-primas no Brasil, o setor poderá reduzir a exposição a crises externas e ganhar maior previsibilidade.

O acesso às linhas será restrito aos segmentos definidos conjuntamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pelo Ministério da Fazenda. A relação de atividades autorizadas consta das portarias que regulamentam o Plano Brasil Soberano.

Criado para apoiar empresas afetadas pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, o programa passa a alcançar uma cadeia diretamente ligada à segurança produtiva do país. Para o campo, o efeito concreto será medido pela capacidade da política de ampliar a oferta interna, evitar falta de insumos e reduzir a dependência que hoje transforma qualquer crise internacional em custo adicional dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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