RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Trigo tem oscilações em Chicago e bolsas internacionais refletem melhora do clima

Publicados

AGRONEGÓCIO

Trigo inicia o pregão em alta na Bolsa de Chicago

O mercado internacional de trigo começou o pregão desta quarta-feira (18) em alta na Bolsa de Chicago, apoiado por movimentos técnicos e expectativas de demanda. Por volta das 9h (horário de Brasília), o contrato mais negociado era cotado a US$ 5,46 por bushel, registrando valorização de 7,4 pontos em relação ao fechamento anterior, reagindo às quedas recentes.

O aumento inicial nos preços está associado a ajustes técnicos, quando investidores aproveitam a desvalorização temporária para recomprar contratos. Paralelamente, as projeções de retomada das exportações dos Estados Unidos oferecem suporte aos contratos, enquanto a concorrência de exportadores do Mar Negro e a flutuação do dólar seguem impactando a competitividade das vendas externas.

Queda no fechamento refletindo melhora do clima

Apesar da abertura positiva, os contratos encerraram o dia em baixa. O contrato de março do trigo brando SRW fechou em 537,75 cents por bushel, recuando 2,00% ou 11,00 cents, enquanto o vencimento de maio caiu 1,09%, a 542,50 cents por bushel.

Leia Também:  Congresso Abramilho 2026 discutirá geopolítica, custos e segurança alimentar em Brasília

Em Kansas, o trigo duro HRW teve queda de 0,69%, a 538,75 cents, e em Minneapolis, o trigo HRS caiu 0,66%, encerrando a 568,25 cents por bushel. O recuo foi influenciado pela melhora das condições climáticas nas regiões produtoras, reduzindo os riscos imediatos e provocando ajustes técnicos nas cotações após oscilações recentes.

Mercado europeu acompanha tendência de acomodação

Na Euronext Paris, o contrato de março do trigo para moagem recuou 0,39%, a 190,50 euros por tonelada, refletindo ajustes similares aos observados nos Estados Unidos.

O cenário indica um mercado mais estável no curto prazo, com investidores monitorando o clima, a evolução da safra e a oferta global, além de acompanhar a dinâmica da demanda internacional e da concorrência entre grandes exportadores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Milho safrinha no Sul de Minas exige atenção redobrada com clima irregular, pragas e janela de plantio

Publicados

em

Por

O milho safrinha 2025/2026 no Sul de Minas Gerais avança em um cenário de atenção máxima no campo. Produtores da região lidam com desafios simultâneos que impactam diretamente o potencial produtivo das lavouras, como instabilidade das chuvas, pressão crescente de pragas e atrasos na semeadura em função do calendário da soja.

O cenário regional acompanha as projeções nacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estima produção de 108,4 milhões de toneladas na segunda safra de milho no país. No Sul de Minas, no entanto, o desempenho das lavouras varia conforme o momento de plantio e as condições climáticas de cada área.

Plantio fora da janela ideal amplia riscos produtivos

A principal preocupação dos especialistas está relacionada ao atraso na semeadura, que em muitos casos ocorreu após a colheita da soja. Esse fator resultou em lavouras com estágios de desenvolvimento distintos, aumentando a necessidade de manejo individualizado.

Segundo o diretor comercial da Agrobom, Marco Castelli, o momento exige atenção redobrada do produtor rural.

“Cada produtor vive uma realidade diferente nesta safrinha. Quem conseguiu semear dentro da janela adequada tem lavouras mais uniformes e com melhor potencial produtivo. Já quem atrasou o plantio precisa redobrar o monitoramento do clima e das pragas, pois qualquer falha pode comprometer o resultado final”, afirma.

Leia Também:  Jalles Machado encerra safra 2025/26 com aumento de área, mas queda na moagem de cana-de-açúcar
Irregularidade das chuvas preocupa fase reprodutiva do milho

De acordo com especialistas, a instabilidade das chuvas durante as fases críticas de florescimento e enchimento de grãos é um dos principais fatores de risco para a produtividade da segunda safra.

A irregularidade hídrica pode provocar redução significativa no rendimento das lavouras, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, que ficam mais expostas a períodos de estresse climático.

Pressão de pragas exige monitoramento constante

Além do clima, o avanço de pragas como a lagarta-do-cartucho também preocupa os produtores. As condições de calor e umidade favorecem a proliferação, exigindo acompanhamento frequente das áreas cultivadas e resposta rápida no controle.

O manejo preventivo e a tomada de decisão ágil são apontados como fatores determinantes para evitar perdas de produtividade neste estágio do ciclo.

Planejamento e comercialização ganham importância no cenário atual

Para a Agrobom, o momento também exige atenção ao mercado de milho, que segue com forte volatilidade de preços influenciada pelo desempenho da segunda safra em nível nacional.

Segundo Castelli, o acompanhamento das cotações é essencial para o produtor que ainda avalia o melhor momento de comercialização.

“O milho é uma cultura estratégica para o Sul de Minas. O planejamento, o acompanhamento constante da lavoura e decisões rápidas no campo fazem diferença tanto na produtividade quanto na comercialização”, destaca o executivo.

Gestão técnica e mercado definem resultado da safrinha

A combinação entre manejo adequado no campo e leitura correta do mercado é apontada como fator decisivo para o desempenho da safra 2025/2026 na região.

Leia Também:  Exportações de café do Brasil somam 3,1 milhões de sacas em abril, mas receita cai 17,7%

Com lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento e clima instável, especialistas reforçam que o monitoramento contínuo será determinante para reduzir riscos e garantir melhores resultados na segunda safra de milho no Sul de Minas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA