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Ultracargo amplia escoamento de biocombustíveis com novo desvio ferroviário em Rondonópolis

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A Ultracargo iniciou a operação de seu mais recente desvio ferroviário no terminal de Rondonópolis (MT), um investimento de R$ 95 milhões que reforça a integração logística entre o Centro-Oeste e o Sudeste.

Desvio ferroviário de 4 km aumenta capacidade operacional

Com cerca de 4 km de extensão, o novo desvio foi planejado para permitir a operação de composições com até 80 vagões. Com essa melhoria, o terminal de Rondonópolis passa a ter capacidade para movimentar até 3 milhões de metros cúbicos por ano, ampliando significativamente o escoamento de biocombustíveis.

Segundo a Ultracargo, a estrutura viabiliza uma logística de frete retorno eficiente: os mesmos trens que levam derivados de petróleo para o Mato Grosso retornam ao Sudeste carregados com biocombustíveis, especialmente etanol de milho.

Expansão da infraestrutura e modernização de terminais

Além do desvio ferroviário, o investimento contemplou a ampliação da capacidade estática em 15 mil m³, com a construção de dois novos tanques de etanol, e a modernização das plataformas ferroviárias e rodoviárias do terminal. Essas melhorias garantem maior agilidade na movimentação de cargas e maior segurança operacional.

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Conexão estratégica entre Rondonópolis e Paulínia

O conjunto de melhorias permite uma operação integrada, reduzindo em até dois dias o ciclo logístico entre Mato Grosso e São Paulo. Isso elimina gargalos associados ao transporte rodoviário de longa distância e fortalece a eficiência do escoamento de combustíveis.

O projeto ganha ainda mais relevância com a sinergia do desvio ferroviário em Paulínia (SP), concluído pela Ultracargo em junho de 2025. Essa estrutura conecta o terminal da Opla — joint venture com a BP — diretamente à unidade de Rondonópolis, atendendo à crescente demanda do setor sucroenergético e garantindo o abastecimento contínuo de combustíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

CMN libera crédito de capital de giro para cooperativas de leite no Pronaf e reforça apoio à agricultura familiar

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CMN autoriza crédito emergencial para cooperativas de leite

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a liberação de uma linha de crédito para capital de giro destinada a cooperativas da agricultura familiar que atuam na produção e processamento de leite.

A medida inclui, de forma temporária, essas cooperativas na modalidade de agroindústria do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), permitindo o acesso a recursos para enfrentar dificuldades financeiras no curto prazo.

Objetivo é manter operações e evitar impactos no campo

Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa busca garantir a continuidade das operações dessas cooperativas, consideradas estratégicas para o funcionamento da cadeia leiteira.

Sem o apoio financeiro, o setor poderia enfrentar:

  • Atrasos no pagamento aos produtores
  • Redução da captação e processamento de leite
  • Interrupções nas atividades industriais
  • Perda de empregos no meio rural
Cooperativas têm papel central na renda da agricultura familiar

As cooperativas beneficiadas pela medida desempenham funções essenciais na economia rural, como:

  • Compra da produção de pequenos agricultores
  • Processamento de leite e derivados
  • Geração de renda para famílias no campo
  • Sustentação de economias locais
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Quem pode acessar a nova linha de crédito

A linha é destinada a cooperativas que:

  • Participam do Pronaf Agroindústria
  • Comprovem dificuldades financeiras de curto prazo em 2026

Estejam vinculadas a programas de gestão e fortalecimento da agricultura familiar, como os do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

Os financiamentos poderão ser contratados em uma ou mais instituições financeiras.

Condições de financiamento: juros, prazos e limites

A linha de crédito apresenta condições específicas para facilitar o acesso e garantir fôlego financeiro às cooperativas:

  • Prazo total: até 6 anos para pagamento
  • Carência: até 1 ano
  • Taxa de juros: 8% ao ano
  • Limite por cooperativa: até R$ 40 milhões
  • Limite por cooperado: até R$ 90 mil
  • Prazo para contratação vai até junho de 2026

A autorização para acesso à linha de capital de giro é temporária. As cooperativas poderão contratar os financiamentos até 30 de junho de 2026.

Impactos esperados no setor leiteiro

Com o reforço de caixa, a expectativa do governo é:

  • Garantir a continuidade da compra de leite dos produtores
  • Evitar interrupções nas operações industriais
  • Preservar empregos no interior
  • Manter o abastecimento de alimentos
  • Sustentar a renda de famílias da agricultura familiar
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A decisão do CMN reforça o papel do crédito rural como instrumento estratégico para estabilizar cadeias produtivas essenciais, como a do leite, assegurando a continuidade das atividades e reduzindo os impactos de curto prazo sobre produtores e cooperativas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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