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Vacina contra bronquite infecciosa da Phibro ultrapassa 10 bilhões de doses aplicadas na avicultura brasileira

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Vacina da Phibro alcança marco histórico na avicultura brasileira

A Phibro Saúde Animal, uma das principais empresas globais de produtos voltados à saúde e nutrição animal, alcançou um marco relevante para a avicultura no Brasil: 10 bilhões de doses da vacina TAbic IBVAR206 contra bronquite infecciosa avícola já foram aplicadas em aves no país.

O imunizante é utilizado em frangos de corte, matrizes e poedeiras comerciais, consolidando sua adoção em larga escala em todo o território nacional. O volume reforça a importância da solução para a sanidade e a eficiência produtiva da cadeia avícola brasileira.

Doença segue entre os principais desafios sanitários da avicultura

Segundo José Emilio Dias, gerente global de serviços técnicos para vacinas da Phibro, o elevado número de doses aplicadas demonstra a resposta do setor frente a uma enfermidade que ainda representa grande desafio para a produção avícola mundial.

De acordo com o especialista, a bronquite infecciosa impacta diretamente o desempenho produtivo das aves, além de provocar prejuízos econômicos ao sistema produtivo.

Entre os principais impactos da doença estão:

  • Redução do ganho de peso das aves
  • Queda na produção e na qualidade dos ovos
  • Aumento da mortalidade
  • Maior índice de condenações no abatedouro

“A bronquite infecciosa compromete o desempenho zootécnico e a rentabilidade da produção. O volume de doses aplicadas mostra que o setor reconheceu a necessidade de soluções específicas e eficazes para enfrentar a complexidade dessa enfermidade”, destaca Dias.

Vírus altamente mutável amplia desafios sanitários

Presente nas granjas em todo o mundo desde 1931, a bronquite infecciosa é causada pelo Vírus da Bronquite Infecciosa (IBV), pertencente à família dos gama-coronavírus.

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No Brasil, o vírus é considerado endêmico e apresenta alta capacidade de mutação genética, o que dificulta seu controle.

Além de afetar o trato respiratório, o agente pode se replicar em outros sistemas do organismo das aves, como:

  • Sistema urogenital
  • Sistema intestinal

Essa característica amplia os impactos produtivos e sanitários da doença nas granjas.

TAbic IBVAR206 atua no controle da variante 2 do vírus

A vacina TAbic IBVAR206 foi desenvolvida especificamente para o controle da variante 2 da bronquite infecciosa, cuja incidência tem aumentado no Brasil.

O produto foi lançado globalmente em 2010 e recebeu registro no Brasil em 2023. Em estudos clínicos, o imunizante demonstrou elevada eficácia na proteção das aves contra essa variante do vírus, inclusive em cenários em que cepas vacinais anteriores já não ofereciam níveis adequados de proteção.

Outro diferencial do produto é sua apresentação em tabletes efervescentes, formato que facilita a aplicação e reforça o foco da empresa em soluções tecnológicas para a avicultura.

Uso da vacina reduz perdas e melhora eficiência da produção

De acordo com André Volpe, gerente sênior de produtos e serviços técnicos da Phibro na América do Sul, o impacto da tecnologia já pode ser observado em diferentes regiões produtoras.

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Segundo ele, as 10 bilhões de doses aplicadas em menos de três anos evidenciam a relevância da vacina para o setor.

Na região Sul do Brasil, por exemplo, o uso do imunizante contribui para evitar a condenação de aproximadamente 6,3 milhões de carcaças por ano, o que representa cerca de 18,9 mil toneladas de carne preservadas para a indústria avícola.

Inovação em saúde animal fortalece segurança alimentar

Para a Phibro, o marco de 10 bilhões de doses reforça o papel estratégico da inovação em saúde animal no fortalecimento da produção de alimentos.

A empresa destaca que avanços tecnológicos no controle de doenças contribuem diretamente para:

  • A segurança alimentar global
  • A sustentabilidade da produção animal
  • A competitividade da avicultura brasileira no mercado internacional

Com a crescente demanda mundial por proteína de origem animal, soluções sanitárias eficazes tornam-se cada vez mais essenciais para garantir produtividade e qualidade na cadeia avícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bubalinocultura ganha protagonismo na Megaleite 2026 com dinâmica de campo, degustação e 50 argolas para animais

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A bubalinocultura brasileira terá presença ampliada na Megaleite 2026, que será realizada entre os dias 2 e 6 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). A Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) prepara uma participação voltada à experiência prática no campo, com foco em integração entre criadores, técnicos, estudantes e consumidores.

A entidade estará instalada no estande P-34, no Galpão B-1, onde apresentará uma programação que inclui recepção ao público, encontros com representantes da cadeia produtiva e degustação de produtos derivados do leite de búfala.

Um dos destaques desta edição será a instalação de um pavilhão com 50 argolas para animais, ampliando a presença da espécie na exposição e fortalecendo a visibilidade da produção bubalina dentro da principal feira do setor leiteiro da América Latina.

Dinâmica de campo será novidade na programação da ABCB

A principal inovação da participação da ABCB na Megaleite 2026 será a realização de uma dinâmica prática voltada a criadores e estudantes. A atividade pretende simular situações do cotidiano da criação de búfalos, aproximando o público das rotinas de manejo e das práticas técnicas da atividade no campo.

Segundo o presidente da ABCB, Simon Riess, a proposta reforça o papel da feira como espaço de troca de conhecimento e atualização técnica.

“É com muita satisfação que a ABCB anuncia mais um ano de presença garantida na Megaleite, evento que reúne o expoente do rebanho nacional de raças leiteiras. É uma ótima oportunidade para a interação entre criadores, técnicos e o grande público consumidor. Este ano, vamos levar uma novidade, com uma dinâmica prática no nosso pavilhão, mostrando aos criadores e estudantes um pouco da realidade do campo”, destacou.

Bubalinocultura reforça espaço na cadeia leiteira brasileira

A participação dos búfalos na Megaleite também reflete o crescimento e a consolidação da atividade dentro da pecuária leiteira nacional. A organização do evento destaca que a presença da espécie contribui para ampliar a visão da cadeia produtiva do leite no Brasil.

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De acordo com o superintendente executivo da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, entidade responsável pela feira, Celso Menezes, a bubalinocultura já ocupa espaço relevante no setor.

“O Brasil tem aproximadamente 2 milhões de búfalos, sendo mais de 200 mil cabeças destinadas à pecuária leiteira. A Megaleite sempre teve essa visão ampla da cadeia leiteira, por isso a bubalinocultura não poderia ficar de fora”, afirmou.

Leite de búfala ganha destaque na indústria de derivados

Além da produção em si, a cadeia do leite de búfala também se destaca pelo alto valor agregado de seus derivados. Segundo Menezes, a composição do leite contribui diretamente para a qualidade dos produtos industrializados.

“O leite das búfalas possui de 50% a 60% mais sólidos do que o leite bovino, além de maiores teores de fósforo e cálcio. Isso torna a matéria-prima muito valorizada, especialmente na produção de queijos”, explicou.

O crescimento do interesse da indústria pelos derivados do leite de búfala tem impulsionado a valorização da atividade, especialmente em nichos de mercado voltados à alta qualidade e diferenciação de produtos lácteos.

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Programação técnica reforça integração do setor

Além da dinâmica de campo e da exposição de animais, a ABCB também participará da programação técnica da Megaleite 2026, com palestras e atividades voltadas à capacitação de criadores e profissionais do setor.

A iniciativa integra a estratégia da entidade de ampliar o acesso à informação técnica, fortalecer a cadeia produtiva e aproximar a bubalinocultura do público da pecuária leiteira em geral.

Com isso, a participação na feira reforça o papel da ABCB na difusão de conhecimento e na valorização da criação de búfalos no Brasil, consolidando a presença da atividade em um dos principais eventos do agronegócio do leite na América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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