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Luverdense vence Sport Sinop e garante vaga na final do Mato-grossense
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O Luverdense Esporte Clube protagonizou uma noite de drama e superação neste domingo (22.02) e assegurou sua tão sonhada vaga na final do Campeonato Mato-grossense Martinello Sicredi 2026. Mesmo diante de uma derrota por 2 a 1 para o Sport Sinop no tempo regulamentar, o “Verdão do Norte” mostrou resiliência e venceu a disputa de pênaltis por 4 a 3, para a euforia dos 3.184 torcedores presentes no estádio.
A partida de volta da semifinal foi um verdadeiro teste para os corações luverdenses. Com a vantagem mínima de 1 a 0 construída no jogo de ida, a equipe de Lucas do Rio Verde entrou em campo ciente da pressão. O Sport Sinop não se intimidou e abriu o placar aos 6 minutos do segundo tempo, com um gol de David, igualando o placar agregado em 1 a 1. A resposta do Luverdense veio quase que instantaneamente, com Hitalo empatando aos 7 minutos, trazendo alívio momentâneo à torcida.
No entanto, a emoção estava longe de terminar. Aos 35 minutos do segundo tempo, Fransergio, em cobrança de pênalti, garantiu a vitória do Sport Sinop no tempo normal, fechando o placar em 2 a 1 e levando a decisão para as penalidades máximas, com o placar agregado de 2 a 2.
Na tensa série de cobranças de pênaltis, o Luverdense demonstrou frieza e precisão. Converteu quatro de suas cobranças, contra três do adversário, selando a classificação e reacendendo a chama do tetracampeonato.
Encontro marcado na final: Luverdense x Mixto
Agora, o Luverdense tem um encontro marcado com a história ao enfrentar o Mixto na grande final do estadual. A primeira partida da decisão está agendada para o domingo, 1º de março, às 17h, no Estádio Eurico Gaspar Dutra, em Cuiabá. O confronto decisivo que definirá o campeão será no dia 8 de março, também às 17h, no aconchegante Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde, onde o “Verdão do Norte” terá a oportunidade de erguer a taça diante de sua apaixonada torcida.
Este retorno à final, após uma década de ausência, é um marco significativo para o clube, que já ostenta os títulos estaduais de 2009, 2012 e 2016. A busca pelo tetracampeonato em casa representa um feito inédito na rica trajetória do Luverdense, prometendo dias de muita expectativa e celebração para seus adeptos.
Fonte: Esportes
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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo
O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.
O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.
A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.
Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.
O castigo no segundo tempo
Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.
A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.
O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.
Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.
O caminho da Noruega
Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar |
Brasil 1 x 2 Noruega |
| Competição | Copa do Mundo (oitavas de final) |
| Local | MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA) |
| Data | 5 de julho de 2026 (domingo) |
| Horário | 17h (de Brasília) |
| Cartões amarelos | Neymar (Brasil) |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| Árbitro | Ismail Elfath (EUA) |
| Assistentes | Corey Parker e Kyle Atkins (EUA) |
| VAR | Tatiana Guzman (NCA) |
| Gols | Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil) |
| Brasil | Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior. |
| Técnico do Brasil | Carlo Ancelotti |
| Noruega | Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland. |
| Técnico da Noruega | Stale Solbakken |
Fonte: Esportes
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