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Santos goleia Universidad Central na Venezuela e abre vantagem nos playoffs da Sul-Americana
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O Santos deu um passo importante rumo às oitavas de final da Copa Sul-Americana ao vencer a Universidad Central (UCV) por 4 a 1, na noite desta terça-feira, no Estádio Misael Delgado, em Valência, na Venezuela. O jogo de ida dos playoffs foi dominado pelo Peixe, que contou com uma postura ofensiva desde o início e gols de Gabriel Bontempo, Gabriel Menino, Thaciano e Rony. Maicol Ruiz descontou para os donos da casa.
Com a vantagem construída fora de casa, o Santos pode até perder por até dois gols de diferença no confronto de volta para carimbar a vaga. Em caso de empate no placar agregado, a decisão será nos pênaltis. A partida decisiva está marcada para a próxima terça-feira, às 21h30 (de Brasília), na Vila Belmiro. Quem avançar enfrenta o Macará, do Equador, na fase seguinte.
Pressão desde o início
O Santos começou a partida em ritmo intenso e por pouco não abriu o placar nos primeiros minutos, quando Rollheiser arriscou de fora da área e acertou o travessão. A Universidad Central respondeu com Kendrys Silva, que obrigou Gabriel Brazão a fazer boa defesa, mas o Peixe seguiu como protagonista das ações ofensivas e ainda reclamou de um pênalti não marcado em Barreal, após revisão do VAR.
Aos 30 minutos, Thaciano perdeu chance clara ao ficar cara a cara com o goleiro Schiavone e finalizar para fora. A insistência, porém, foi recompensada aos 35. Gabriel Menino teve o chute bloqueado dentro da área, e a sobra sobrou para Gabriel Bontempo, que bateu de primeira com a perna esquerda para abrir o marcador.
Antes do intervalo, a UCV quase empatou. Juan Camilo Zapata subiu mais alto que a defesa santista em cobrança de falta e acertou uma cabeçada na trave, na melhor oportunidade dos venezuelanos na primeira etapa.
Ampliação e controle no segundo tempo
O Santos voltou dos vestiários mantendo o domínio. Barreal assustou logo no primeiro minuto com uma finalização de trivela que saiu pela linha de fundo. Bontempo também testou o goleiro adversário com um chute colocado que passou rente à trave.
A pressão surtiu efeito aos 12 minutos. Christian Oliva encontrou Gabriel Menino pela direita da área, e o volante dominou e bateu cruzado, de canhota, sem chances para Schiavone, ampliando a vantagem.
Mesmo com 2 a 0 no placar, o Santos seguiu em busca de mais gols. Aos 21 minutos, Barreal fez boa jogada pela esquerda e serviu Thaciano, que parou em grande defesa de Schiavone na primeira tentativa, mas aproveitou o rebote para tocar por cima do goleiro e marcar o terceiro.
Com a partida controlada, o técnico Cuca promoveu alterações e colocou em campo Samuel Pierri, Moisés, Robinho, Rony e Adonis Frías. As mudanças não diminuíram o ritmo. Aos 39 minutos, Robinho arriscou de fora, Schiavone espalmou e Rony, mais rápido que a marcação, tocou de canhota na saída do goleiro para transformar a vitória em goleada.
Nos minutos finais, a Universidad Central diminuiu o prejuízo. Aos 42, Moisés errou a saída de bola e provocou um bate-rebate dentro da área. Maicol Ruiz aproveitou a sobra e finalizou de canhota para marcar o gol de honra dos venezuelanos.
A decisão da vaga será na Vila Belmiro, onde o Santos joga por um empate ou até mesmo por uma derrota por até dois gols de diferença para avançar às oitavas de final da Sul-Americana.
Próximos jogos
Santos x UCV
Competição: Copa Sul-Americana (playoffs – volta)
Data e horário: 28 de julho de 2026 (terça-feira), às 21h30 (de Brasília)
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Santos x Chapecoense
Competição: Campeonato Brasileiro (20ª rodada)
Data e horário: 25 de julho de 2026 (sábado), às 18h30 (de Brasília)
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar |
UCV 1 x 4 Santos |
| Competição | Copa Sul-Americana — playoffs, jogo de ida |
| Data | 21 de julho de 2026 (terça-feira) |
| Horário | 21h30 (de Brasília) |
| Local | Estádio Misael Delgado, em Valência, Venezuela |
| Cartões amarelos | UCV: Francisco Solé e Sosa; Santos: Gabriel Menino e Escobar |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| Árbitro | Gery Vargas (Bolívia) |
| Assistentes | Edwar Saavedra e Carlos Tapia (Bolívia) |
| VAR | Jorge Justiniano (Bolívia) |
| Gols | Gabriel Bontempo, aos 34′ do primeiro tempo (Santos); Gabriel Menino, aos 12′ do segundo tempo (Santos); Thaciano, aos 22′ do segundo tempo (Santos); Rony, aos 38′ do segundo tempo (Santos); Maicol Ruíz, aos 42′ do segundo tempo (UCV) |
| UCV | Giancarlo Schiavone; Kendrys Silva (Ruíz), Peraza, Mottes e Cumana (Carrillo); Francisco Solé (Vicente Rodríguez), Alexander González, Mosquera e Granko (Daniel); Lugo (Samuel Sosa) e Juan Camilo Zapata. Técnico: Daniel Sasso. |
| Santos | Gabriel Brazão; Gabriel Menino, Lucas Veríssimo (Adonis Frías), João Ananias e Escobar; Christian Oliva, Gabriel Bontempo (Samuel Pierri) e Rollheiser (Robinho Jr.); Miguelito (Moisés), Thaciano (Rony) e Barreal. Técnico: Cuca. |
Fonte: Esportes
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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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