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Vasco sofre virada do Audax Italiano na Sul-Americana
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O Vasco da Gama tropeçou mais uma vez na Copa Sul-Americana ao perder por 2 a 1 para o Audax Italiano, do Chile, nesta terça-feira, em São Januário, pela segunda rodada do Grupo G. Com duas expulsões, o Cruzmaltino segue sem vitórias, somando apenas um ponto e na lanterna da chave.
Expulsões e drama no placar
O primeiro tempo foi marcado pela polêmica: aos 34 minutos, JP recebeu o segundo amarelo por falta em Michael Vadulli e deixou o time com 10. Apesar da desvantagem, o Vasco virou o jogo aos 47, com Brenner finalizando na segunda trave após cruzamento de Puma Rodríguez e desvio de Claudio Spinelli.
No segundo tempo, o Audax reagiu: aos 17, Franco Troyansky cruzou da direita e Vadulli empatou de peixinho. Aos 37, após VAR, pênalti de Carlos Cuesta em Troyansky resultou na segunda expulsão vascaína – e na virada chilena, com o próprio Troyansky convertendo.
Posição no grupo
Sem triunfos na competição, o Vasco tem um ponto e é último colocado. O Audax Italiano conquista os primeiros três pontos e assume a vice-liderança.
Próximos desafios
- Vasco: Vasco x São Paulo (Brasileirão Série A, 12ª rodada, 18/04, 18h30, São Januário-RJ).
- Audax Italiano: Huachipato x Audax Italiano (Campeonato Chileno, 10ª rodada, 19/04, 21h45, Estádio Huachipato-CHI).
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Vasco 1 x 2 Audax Italiano | |
| Competição | Copa Sul-Americana – Rodada 2 (Grupo G) |
| Local | São Januário, Rio de Janeiro (RJ) |
| Data | 14/04/2026 (terça-feira) |
| Horário | 21h (Brasília) |
| Cartões Amarelos | JP, Andrés Gómez, Hugo Moura (Vasco); Oliver Rojas, Marco Collao, Nicolás Aedo, Marcelo Ortíz (Audax Italiano) |
| Cartões Vermelhos | JP, Carlos Cuesta (Vasco) |
| Gols | Brenner (47′ 1ºT, Vasco); Michael Vadulli (17′ 2ºT, Audax Italiano); Franco Troyansky (41′ 2ºT, Audax Italiano) |
| Expulsões | JP (34′ 1ºT, Vasco); Carlos Cuesta (37′ 2ºT, Vasco) |
| Árbitro | Hernan Heras (URU) |
| Assistentes | Augustin Berisso (URU), Andres Nievas (URU) |
| VAR | Diego Dunajec (URU) |
| Vasco | Léo Jardim; Puma Rodríguez (Adson), Cuesta, Lucas Freitas, Lucas Piton; Hugo Moura, JP; Nuno Moreira (Paulo Henrique), Marino Hinestroza (Thiago Mendes), Brenner (Andrés Gómez), Spinelli (David). Técnico: Renato Portaluppi |
| Audax Italiano | Thomás Ahumada; Rebolledo, Rojas (Guajardo), Ortiz, Daniel Piña, Esteban Matus (Aedo); Federico Mateos, Collao (Rodrigo Cabral), Troyansky (Monreal); Chiaverano (Diego Coelho), Vadulli. Técnico: Gustavo Lema |
Fonte: Esportes
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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular
Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.
A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.
Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.
O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.
Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.
Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.
O ídolo como treinador
Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.
Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.
Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.
Temporada difícil
A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.
Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.
O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.
“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.
Subindo no ranking
Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.
Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).
Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.
Fonte: Esportes
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