“Entendemos que essa legislação, para ser efetivamente respeitada, demanda um esforço conjunto. Precisamos educar a população e existe a necessidade de intervenção de diversas entidades e órgãos públicos. Queremos essa união de esforços para cumprimos esse papel educativo e convencermos aquelas pessoas que ainda insistem em descumprir a lei”, disse.
O promotor de Justiça Luís Rolim reforçou a importância do tema e destacou que o MPAC, por meio da Promotoria do Meio Ambiente, instaurou um procedimento para acompanhar o cumprimento da lei e que a Procuradoria-Geral de Justiça estuda expedir uma recomendação destinada à todas as Promotorias e Procuradorias reforçando o papel do MP para que a lei seja cumprida.
“Os ruídos decorrentes do uso de fogos de estampido resultam em diversos transtornos, tanto a crianças, pessoas idosas, pessoas com TEA, como também aos animais domésticos. Portanto essa lei atende a um anseio da sociedade e também a uma das atribuições da Promotoria Ambiental e do MPAC, que é o bem estar animal e combate à poluição sonora, além disso encampa também a atuação ministerial como um todo em prol do bem estar coletivo”, frisou.
Em sua fala, o promotor ainda destacou diversos aspectos técnicos-jurídicos para a correta aplicação da lei e que o MPAC pretende implementar uma campanha em seus canais de comunicação visando contribuir na divulgação da lei.
Na audiência, os participantes discutiram formas de ampliar a divulgação e sensibilização sobre a lei, facilitar as denúncias e melhorar a fiscalização do uso e comercialização dos materiais proibidos, com sugestões como a criação de fluxos para definir o papel de cada instituição. Também foi proposto um termo de cooperação e um decreto estadual, que deverão ser discutidos em outra oportunidade pelas instituições.





Na ocasião, a governadora Mailza Assis parabenizou os novos servidores estaduais. Foto: Ingrid Kelly/Secom



Foto: Ingrid Kelly/Secom
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