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Capixaba: MPAC investiga possível acumulação indevida de cargos públicos

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Capixaba, instaurou inquérito civil para apurar denúncia de possível acumulação indevida de cargos públicos no município.

De acordo com informações encaminhadas ao MPAC por meio de denúncia anônima, a então vereadora Sara Frank de Lima Rodrigos, além do cargo eletivo, também exerceria funções como professora na Escola Municipal Nair Sombra e como servidora vinculada ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) ou ao Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre).

A investigação busca apurar se a situação configura hipótese de acumulação vedada pela Constituição Federal, que admite a prática apenas em casos específicos, quando houver compatibilidade de horários.

O procedimento investigatório também tem como objetivo verificar eventual prática de ato de improbidade administrativa, nos termos da Lei nº 8.429/1992, com as alterações promovidas pela Lei nº 14.230/2021.

O inquérito seguirá com a adoção das medidas necessárias à coleta de informações e realização das diligências indispensáveis para a instrução do procedimento.

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Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC promoverá audiência pública para discutir políticas de prevenção às drogas e moradia no Papoco

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, promoverá, no dia 28 de outubro, uma audiência pública para discutir políticas públicas de prevenção e enfrentamento ao uso abusivo de drogas e de garantia do direito à moradia adequada, segura e digna para a população da região do Papoco, localizada no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco. O encontro será na sede do MPAC, na Rua Fátima Maia, nº 200, às 8h.

A audiência integra procedimento administrativo instaurado para acompanhar, sob a perspectiva dos direitos humanos, as políticas sociais públicas destinadas à população do bairro. Durante a apuração, foram reunidas informações e documentos junto a órgãos públicos e instituições que apontam situações de vulnerabilidade social, exposição de pessoas a contextos relacionados ao tráfico de drogas e possíveis deficiências na oferta de infraestrutura e serviços públicos essenciais.

O objetivo é ampliar a participação da comunidade, permitindo que moradores apresentem experiências, dificuldades e demandas, além de possibilitar o esclarecimento sobre providências adotadas pelo Poder Público e a definição de encaminhamentos para as questões identificadas.

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Aberta ao público, a audiência terá participação de moradores do Dom Giocondo, representantes do Poder Público, lideranças comunitárias, associações de moradores, organizações da sociedade civil e demais interessados. Não será necessária inscrição prévia ou representação por advogado. Quem desejar se manifestar poderá solicitar a palavra durante o ato, com até três minutos para exposição, prorrogáveis por mais dois.

Também poderão ser apresentados documentos, fotografias, vídeos, áudios e outros materiais relacionados aos temas discutidos, durante a audiência ou posteriormente, conforme as orientações da Promotoria.

A audiência será conduzida pelo promotor de Justiça Thalles Ferreira Costa. As manifestações e os encaminhamentos serão registrados em ata e servirão de subsídio para o acompanhamento das políticas públicas relacionadas às questões discutidas.

Marcelina Freire – Secretaria de Comunicação/MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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