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MPAC participa de demonstração do funcionamento da urna eletrônica
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta segunda-feira, 3, da abertura da urna eletrônica realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), como parte da programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. A atividade reuniu representantes de instituições públicas, partidos políticos, estudantes, jornalistas e a sociedade para apresentar, de forma prática, o funcionamento da urna eletrônica e os mecanismos de segurança adotados pela Justiça Eleitoral para as Eleições 2026.

Promovida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em articulação com os Tribunais Regionais Eleitorais de todo o país, a iniciativa busca ampliar o conhecimento da população sobre o sistema eletrônico de votação, sua transparência, auditabilidade e segurança, fortalecendo a confiança da sociedade no processo eleitoral brasileiro.
Durante a programação, a Justiça Eleitoral apresentou os procedimentos de preparação da urna eletrônica, as etapas da votação eletrônica e os mecanismos de segurança e auditabilidade do sistema, além de esclarecer dúvidas dos participantes sobre o funcionamento do equipamento.
Representando o MPAC, o secretário-geral da instituição, promotor de Justiça Adenilson de Souza, destacou que a iniciativa permitiu às instituições acompanhar tecnicamente os procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral e conhecer os mecanismos que garantem a confiabilidade do sistema. O promotor também ressaltou a atuação do Ministério Público Eleitoral na fiscalização das eleições em todo o estado.
“Ficamos muito tranquilos ao verificar que existe toda uma segurança, um sistema que realmente traduz a vontade popular por meio da utilização da urna eletrônica. Podemos avaliar e garantir que o sistema eletrônico de votação é um sistema seguro e que todos nós devemos confiar para que a expressão popular se manifeste por meio dos resultados das eleições. O Ministério Público Eleitoral está presente em todos os municípios, por meio de seus promotores de Justiça e servidores, fiscalizando esse processo, que é um processo da democracia”, afirmou.
Fotos: Jean Oliveira
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC estabelece normas de conduta para preservar imparcialidade institucional durante as Eleições 2026
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou o Ato PGJ nº 93/2026, que estabelece normas de conduta e de uso dos recursos institucionais durante o processo eleitoral deste ano. Assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, nesta sexta-feira, 25, o ato busca preservar a imparcialidade da instituição, a liberdade de voto e um ambiente de trabalho livre de propaganda e assédio eleitoral.
As orientações são destinadas a membros, servidores, estagiários e colaboradores e tratam, entre outros pontos, da participação política, do uso de espaços e recursos do MPAC, das manifestações em ambientes digitais e das condutas no local de trabalho.
O ato veda a realização de propaganda e a prática de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, inclusive por meios digitais institucionais. Também proíbe a utilização de bens, sistemas, dados, equipamentos, e-mail funcional, Microsoft Teams, intranet e demais recursos ou canais do MPAC para favorecer ou prejudicar candidaturas ou agremiações.
A norma também impede o uso de posição de chefia, subordinação ou influência funcional para solicitar voto, apoio, doação, comparecimento a atos ou compartilhamento de conteúdo. Símbolos, logomarca, crachá e outros elementos de identificação do MPAC não podem ser utilizados de forma que sugira apoio institucional.
Aos servidores, é assegurado o exercício dos direitos de cidadania e de participação política fora da jornada de trabalho e sem vinculação com o cargo, desde que sejam respeitados os deveres funcionais e não sejam utilizados recursos ou canais da instituição.
Para os membros, permanece a vedação constitucional ao exercício de atividade político-partidária, nos termos da legislação e das normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ato esclarece, porém, que são asseguradas manifestações técnico-jurídicas, a defesa de valores constitucionais, da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses tutelados pelo Ministério Público, bem como críticas a ideias ou medidas públicas, observados a impessoalidade, o decoro e os limites estabelecidos em norma.
As chefias deverão orientar suas equipes e adotar medidas para prevenir o uso indevido de recursos e situações de propaganda ou assédio eleitoral no ambiente de trabalho, preservadas a liberdade de consciência, a privacidade e o sigilo das comunicações pessoais.
Para conhecer todas as orientações aplicáveis ao período eleitoral, leia o Ato PGJ nº 93/2026 na íntegra.
Hudson Castelo – Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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