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Sena Madureira: MPAC apura bloqueio no Rio Macauã causado por construção de ponte

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, instaurou notícia de fato para apurar a construção de uma ponte de madeira sobre o Rio Macauã, na altura da comunidade Liberdade, que estaria impedindo a passagem de embarcações utilizadas pelos moradores ribeirinhos do Alto Macauã.

A atuação teve início após a veiculação de matéria jornalística relatando que a obra, erguida pela antiga gestão municipal, estaria causando transtornos à população local, que depende do rio para deslocamento, transporte de mercadorias e acesso a serviços na cidade.

Em apuração preliminar, o MPAC constatou, junto ao Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), que a ponte foi construída sem autorização ou licença ambiental. Diante disso, o órgão ministerial determinou o envio de ofício à Prefeitura de Sena Madureira para esclarecimentos sobre a obra, identificação dos responsáveis e adoção de medidas para desobstrução do rio, em conjunto com os órgãos competentes.

Também foi solicitado ao Imac que realize vistoria urgente no local e encaminhe relatório técnico com registros fotográficos e orientações sobre as providências necessárias. O caso foi comunicado ao Ministério Público Federal (MPF) no Acre, considerando que o Rio Macauã é afluente do Rio Iaco, bem da União, e que a atuação conjunta entre as instituições é necessária para garantir a trafegabilidade e minimizar os impactos sociais e econômicos à comunidade.

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Por fim, o MPAC requisitou à Polícia Civil a instauração de inquérito para apurar possíveis crimes ambientais e determinou o apoio da Polícia Militar durante as diligências e a vistoria técnica.

Foto: Reprodução / Contilnet

Fonte: Ministério Publico – AC

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Cruzeiro do Sul: MPAC apura possível falha na assistência a gestante no Hospital da Mulher e da Criança do Juruá

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cruzeiro do Sul, instaurou uma notícia de fato cível para apurar uma possível falha na assistência médico-hospitalar prestada a uma gestante atendida no Hospital da Mulher e da Criança do Juruá.

Segundo notícias veiculadas, a mulher teria procurado a unidade após completar 40 semanas de gestação e, durante o primeiro atendimento, teria sido submetida à verificação dos batimentos cardíacos fetais e orientada a retornar depois para nova avaliação. No retorno, teria sido constatada a ausência dos batimentos e o óbito fetal.

O MPAC determinou a apuração e solicitou da direção do hospital informações detalhadas sobre os atendimentos, incluindo cópia integral do prontuário e dos registros assistenciais, identificação dos profissionais envolvidos, exames realizados, condutas adotadas e circunstâncias do atendimento que resultou na morte do feto.

A unidade também deve enviar ao MPAC informações sobre os protocolos e fluxos adotados pela unidade para atendimento de gestantes em termo ou pós-termo, e o possível procedimento administrativo instaurado para apurar o caso.

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“A apuração busca reunir elementos para verificar a regularidade da assistência prestada e subsidiar a adoção das medidas cabíveis pelo Ministério Público. A atuação segue linha semelhante à de outras iniciativas da Promotoria de Justiça Cível de Cruzeiro do Sul voltadas ao acompanhamento e à fiscalização dos serviços obstétricos e neonatais oferecidos pelo Hospital da Mulher e da Criança do Juruá.”, disse a promotora de Justiça substituta Taís Milhomem.

Samia Roberta – Secretaria de Comunicação / MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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