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São Paulo elege Derrite e André do Prado como novos senadores

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selo_eleicoes_claro.jpgGuilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram os escolhidos do eleitorado paulista para representar o estado no Senado entre 2027 e 2035. Com 99% das seções eleitorais totalizadas, Derrite tinha 30,6%, e Prado, 29,3% dos votos. Ambos exercerão o primeiro mandato na Casa.

Derrite

Guilherme Derrite nasceu em 10 de outubro de 1984, em Sorocaba (SP). Ingressou na Polícia Militar de São Paulo em 2003 e, três anos depois, formou-se como aspirante a oficial. É bacharel em ciências sociais pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco e em direito pela Universidade Cruzeiro do Sul, pela qual também tem pós-graduação em direito constitucional.

Derrite iniciou a carreira política em 2018, quando foi eleito deputado federal por São Paulo. Em 2022, foi reeleito. Entre 2023 e 2025 chefiou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Seu primeiro suplente é Vicente Santini (Republicanos), e o segundo, Julio Serson (PP).

André do Prado

André Luis do Prado nasceu em Guararema (SP), em 1969. Formado em análise de sistemas pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), iniciou a trajetória política em 1993, como vereador da cidade natal. Também foi secretário municipal e vice-prefeito de Guararema, antes de conquistar a prefeitura da cidade, em 2004. Em 2010, Prado foi eleito para a Assembleia Legislativa. Reeleito em 2014, 2018 e 2022, assumiu a presidência da assembleia no biênio 2023-2025.

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Seu primeiro suplente é Fernando Godoy, e a segunda suplente, Rute Costa, ambos filiados ao PL.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Em 2027, Senado terá 40 senadores novos e 14 reeleitos

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selo_eleicoes_claro.jpgA eleição deste domingo (4) definiu os ocupantes de 54 das 81 cadeiras do Senado para os próximos oito anos. Quarenta vagas serão renovadas, o equivalente a 74% das cadeiras em disputa. As demais serão ocupadas por senadores que conseguiram se reeleger.

Dos 32 atuais senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato, o que corresponde a 43,7%. 

Antes mesmo da apuração, já se sabia que haveria mudança significativa na composição da Casa a partir de 2027. Isso porque, entre os ocupantes das 54 cadeiras em disputa, 13 não eram candidatos e outros 9 disputaram cargos diferentes ou participaram das eleições como suplentes. Com o resultado das urnas, a renovação foi ampliada pela derrota de 18 dos 32 senadores que tentavam permanecer no cargo. 

20261004_eleicoes_renovacao_senadores_02.jpg

Foram reeleitos, em ordem alfabética: Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). 

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Números

A disputa de 2026 repete um dado de 2018: nos dois pleitos, 32 titulares tentaram continuar no Senado. Em 2018, porém, apenas 8 foram reeleitos, e a renovação alcançou 46 das 54 cadeiras, ou 85,19%. Em 2026, o índice de reeleição foi maior, e a taxa de renovação, menor. 

As outras 27 cadeiras do Senado não estavam em disputa neste ano porque foram preenchidas na eleição de 2022 e têm mandato até janeiro de 2031. Ainda assim, algumas terão mudança a partir do próximo ano. 

Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) foram eleitos governadores, enquanto Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) avançaram para o segundo turno nos respectivos estados. O Senado é renovado alternadamente a cada quatro anos: em uma eleição são escolhidos dois terços da Casa e, na seguinte, um terço. 

 20261004_eleicoes_renovacao_senadores_01.jpg

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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