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Rio Branco capacita profissionais de saúde para vacina contra a dengue antes da chegada das doses

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, nessa quarta-feira (11), a capacitação dos profissionais da rede municipal para a aplicação da vacina contra a dengue. A iniciativa ocorre de forma antecipada, já que o município ainda não recebeu as doses do imunizante, mas segue o planejamento do Ministério da Saúde, que iniciou, nesta semana, a vacinação de profissionais de saúde em todo o país.

A estratégia nacional prevê a imunização de 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS). As primeiras 650 mil doses já foram distribuídas aos estados e o restante deve ser enviado nos próximos dias. Em Rio Branco, a expectativa é que a vacinação comece assim que o imunizante for oficialmente disponibilizado ao município.

Foto da capacitação
A estratégia nacional prevê a imunização de 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS). (Foto: Átilas Moura/Secom)

O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, destacou que a capacitação faz parte do planejamento estratégico da gestão para garantir agilidade e segurança no início da vacinação.

Foto de Rennan Biths
“No momento em que a vacina chegar a Rio Branco, nossas equipes estarão totalmente preparadas”, afirmou o secretário. (Foto: Secom)

“Estamos nos antecipando para que, no momento em que a vacina chegar a Rio Branco, nossas equipes estejam totalmente preparadas. Esse trabalho de organização é fundamental para assegurar uma vacinação segura, eficiente e que proteja quem está diariamente na linha de frente do cuidado com a população”, afirmou o secretário.

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Na sequência, a diretora de Vigilância em Saúde, Socorro Martins, reforçou a importância da iniciativa e explicou que a formação foi pensada diante da expectativa de chegada das doses.

Foto de Socorro Martins
A diretora Socorro Martins, reforçou a importância da iniciativa e explicou que a formação foi pensada diante da expectativa de chegada das doses. (Foto: Átilas Moura/Secom)

“A gente sabe que as vacinas contra a dengue vão chegar e vão atender esses profissionais que atuam na base da linha de frente da área da saúde. Elas ainda não chegaram, mas nós estamos aguardando. Pensando nisso, já chamamos toda a nossa equipe técnica da sala de vacina para fazer essa capacitação”, destacou.

Segundo Socorro, o treinamento vai além das orientações técnicas sobre a nova vacina. Durante a capacitação, as equipes também recebem atualizações de dados, reforço sobre a importância da cobertura vacinal e orientações sobre ações que serão desenvolvidas para ampliar esses índices no município, além do reconhecimento pelo trabalho realizado nas salas de vacina ao longo de 2025.

Foto da capacitação
A previsão é de que mais de mil trabalhadores da saúde da rede municipal sejam vacinados quando as doses estiverem disponíveis. (Foto: Átilas Moura/Secom)

Ao longo do dia, cerca de 90 profissionais participaram da capacitação, nos turnos da manhã e da tarde. A previsão é de que mais de mil trabalhadores da saúde da rede municipal sejam vacinados quando as doses estiverem disponíveis. A imunização, neste primeiro momento, será destinada exclusivamente aos profissionais que atuam nas unidades de saúde do município.

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Além de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, o público-alvo inclui agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, odontólogos, equipes multiprofissionais, além de trabalhadores administrativos e de apoio das unidades de saúde.

A vacinação dos profissionais de saúde utilizará a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan. O imunizante é 100% nacional, de dose única e tetraviral, protegendo contra os quatro sorotipos do vírus, o que representa um avanço estratégico para a autonomia do país na produção de vacinas.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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Prefeitura de Rio Branco apresenta plano para reorganização e georreferenciamento da Atenção Primária à Saúde

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, apresentou nesta segunda-feira (14), o Plano de Implementação, Organização, Execução e Consolidação do Georreferenciamento de Imóveis, Sociocultural e em Saúde do Território da Atenção Primária à Saúde (APS). O documento estabelece diretrizes para reorganizar e aprimorar a distribuição territorial dos serviços de saúde no município, considerando as características de cada região e as necessidades da população.

Com vigência prevista para o período de 2025 a 2028, o plano integra a Política Municipal de Reorganização e Aprimoramento do Território da APS e tem como base o Decreto Municipal nº 160, de 5 de fevereiro de 2026. Entre os principais objetivos está a utilização do georreferenciamento como ferramenta para organizar espacialmente a rede de Atenção Primária, contemplando as Unidades de Saúde da Família (USF), as equipes de Saúde da Família (eSF) e as microáreas de atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS).

Foto de ACS em ação de saúde
Na prática, a iniciativa permitirá identificar com maior precisão a localização dos moradores, dos domicílios, das áreas de maior vulnerabilidade. (Foto: Átilas Moura/Secom)

Na prática, a iniciativa permitirá identificar com maior precisão a localização dos moradores, dos domicílios, das áreas de maior vulnerabilidade e das características específicas de cada território. A proposta é utilizar essas informações para adequar a organização dos serviços à realidade das comunidades, abrangendo regiões urbanas, rurais, periurbanas e ribeirinhas.

Além dos aspectos demográficos e geográficos, o plano considera fatores sociais, econômicos, culturais, de saúde e de segurança, permitindo um diagnóstico mais amplo das necessidades de cada localidade.

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Para Elisangela dos Santos, Agente Comunitária de Saúde (ACS) e chefe da Divisão de Gestão Territorial da Secretaria Municipal de Saúde, o plano representa um avanço na forma de planejar a Atenção Primária a partir da realidade vivenciada pelas equipes nos territórios.

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Para Elisangela dos Santos, o plano representa um avanço na forma de planejar a Atenção Primária. (Foto: Átilas Moura/Secom)

“O território é onde a Atenção Primária realmente acontece. É onde o agente comunitário conhece as famílias, identifica as necessidades e percebe as dificuldades de acesso. Com esse plano, conseguimos transformar esse conhecimento em uma organização mais técnica e mais próxima da realidade de cada comunidade, fortalecendo o trabalho das equipes e melhorando a assistência à população”, destacou.

A metodologia prevista no documento está dividida em três grandes etapas: levantamento e coleta de dados nos territórios; análise das informações e elaboração de croquis e mapas; e, posteriormente, digitalização e processamento dos dados. Todo o processo prevê a participação das equipes das unidades e dos profissionais que atuam diretamente nas comunidades.

Foto de ACS
Outro ponto central do plano é a organização das microáreas dos ACS. (Foto: Átilas Moura/Secom)

Outro ponto central do plano é a organização das microáreas dos ACS. O documento estabelece critérios que consideram não apenas a quantidade de moradores e domicílios, mas também o grau de vulnerabilidade, as condições de acesso e as características específicas de cada território.

Para a definição de locações e realocações dos agentes comunitários, também serão considerados os princípios de proximidade e vínculo territorial, fortalecendo a relação entre profissionais e moradores.

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Para a definição de locações e realocações dos agentes comunitários, também serão considerados os princípios de proximidade e vínculo territorial. (Foto: Átilas Moura/Secom)

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Agentes Comunitários de Saúde, de Endemias, de Zoonoses e Técnicos em ACS e ACE de Rio Branco (STACEZTAERB) participa como instituição colaboradora do plano, que também contou com a contribuição de gestores, trabalhadores da saúde, equipes das unidades e agentes comunitários.

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Para Euderli Freire, ACS e presidente do STACEZTAERB, a construção conjunta é fundamental para garantir que a reorganização territorial considere tanto as necessidades da população quanto as condições de trabalho dos profissionais.

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 “Esse plano nasce também da experiência de quem está todos os dias dentro dos territórios”, afirmou Euderli. (Foto: Átilas Moura/Secom)

“Esse plano nasce também da experiência de quem está todos os dias dentro dos territórios. Não é simplesmente dividir o município em áreas no mapa. É considerar distância, acesso, quantidade de famílias, vulnerabilidades e o vínculo que o ACS constrói com aquela comunidade. Quando gestão e trabalhadores constroem juntos, conseguimos avançar para uma organização mais justa tanto para a população quanto para os profissionais”, afirmou.

O plano prevê uma implementação gradual e progressiva. A Unidade de Saúde da Família Mariano Gonzaga de Oliveira, pertencente ao segmento da URAP Rosângela Pimentel Figueira, na Regional Calafate, foi definida como unidade-piloto para o início dos trabalhos.

A partir dessa experiência, o processo será expandido para outras unidades e territórios da Atenção Primária do município.

Com a iniciativa, a Prefeitura de Rio Branco busca construir uma base territorial mais atualizada e organizada, permitindo que o planejamento da saúde municipal esteja cada vez mais alinhado às características e necessidades de cada comunidade, fortalecendo o vínculo entre as equipes da Atenção Primária e a população.

Leia o plano na íntegra

Para consultar todos os detalhes, critérios, etapas e diretrizes estabelecidos no documento, acesse o Plano de Implementação, Organização, Execução e Consolidação do Georreferenciamento de Imóveis, Sociocultural e em Saúde do Território da Atenção Primária à Saúde (APS) na íntegra:

https://drive.google.com/file/d/11QhR-DgzqYYnoWycustzPPDySGS8CixK/view?usp=sharing

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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