O Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) de Rio Branco será apresentado em audiência pública, nesta quarta-feira (5), às 17h30, no Auditório do Museu dos Povos Acreanos.
O documento reúne o mapeamento das áreas de risco geológico e hidrológico do município, como deslizamentos e inundações, além de indicar medidas de intervenções para redução dos riscos.
O estudo foi desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) em parceria com o Ministério das Cidades, e apoio da Defesa Civil Municipal. O PMRR é um instrumento de planejamento que subsidia o poder público na definição de prioridades para ações de prevenção, gestão territorial e redução do risco de desastres.
“Esse diagnóstico fortalece o trabalho preventivo da Defesa Civil e orienta os investimentos do poder público para proteger vidas, reduzir prejuízos e tornar a cidade cada vez mais resiliente aos desastres naturais”, destacou o coordenador da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão (Foto: arquivo)
Durante a audiência pública, a equipe técnica responsável apresentará os principais resultados do levantamento e as recomendações contidas no plano. Também haverá espaço para esclarecimento de dúvidas da população e atendimento à imprensa.
“O Plano Municipal de Redução de Riscos representa um importante avanço para Rio Branco porque nos permite planejar ações com base em informações técnicas e atualizadas sobre as áreas mais vulneráveis do município. Esse diagnóstico fortalece o trabalho preventivo da Defesa Civil e orienta os investimentos do poder público para proteger vidas, reduzir prejuízos e tornar a cidade cada vez mais resiliente aos desastres naturais”, destacou o coordenador da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão.
Os mapeamentos de áreas de risco conduzidos para elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) foram realizados em três etapas de campo, em junho e setembro de 2025 e fevereiro de 2026. Participaram desse processo pesquisadores, agentes da Defesa Civil municipal e representantes da comunidade.
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, dá continuidade às ações de prevenção e controle da raiva no município com a vacinação antirrábica realizada de casa em casa. Neste sábado (19), equipes de Agentes de Controle de Zoonoses (ACZ) estarão no bairro Adalberto Aragão, das 8h às 12h, levando a imunização diretamente às residências.
A ação dá sequência ao trabalho realizado no último sábado, no bairro Cadeia Velha, onde 701 animais foram vacinados, sendo 469 cães e 232 gatos.
A vacinação é destinada a cães e gatos a partir de três meses de idade. A orientação é que os tutores mantenham os animais disponíveis para que sejam avaliados e imunizados pelas equipes durante a passagem pelo bairro.
Vacinação contempla cães e gatos a partir de três meses, e os tutores devem manter os animais disponíveis para a imunização. (Foto: Átilas Moura/Secom)
A iniciativa integra a estratégia da Secretaria Municipal de Saúde para ampliar a cobertura vacinal e manter cães e gatos protegidos contra a raiva, uma doença viral grave e de alta letalidade. A imunização dos animais é uma das principais medidas para prevenir a circulação do vírus e proteger também a população.
Vacinação mantém conquista histórica contra a raiva
O avanço das campanhas de vacinação de cães e gatos, aliado à vigilância epidemiológica e às medidas de controle da doença, foi fundamental para reduzir de forma significativa a circulação das variantes do vírus da raiva associadas aos cães no Brasil.
Em 2026, o Brasil completa dez anos sem casos de raiva humana transmitida por variantes caninas, resultado das ações de vacinação e controle da doença. (Foto: Átilas Moura/Secom)
Em 2026, o país completa dez anos sem registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes caninas AgV1 e AgV2. O resultado representa uma importante conquista para a saúde pública e está diretamente relacionado às estratégias de vacinação e controle da doença.
Apesar desse avanço, a raiva ainda não foi completamente erradicada no Brasil. O vírus continua circulando entre animais silvestres, principalmente morcegos, e casos de transmissão para seres humanos ainda podem ocorrer.
Manter cães e gatos vacinados é fundamental para evitar que o vírus volte a circular no ambiente urbano (Foto: Átilas Moura/Secom)
Por isso, manter cães e gatos vacinados é fundamental para evitar que o vírus volte a circular no ambiente urbano.
Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação anual de cães e gatos é uma medida eficaz para prevenir a raiva nesses animais e, consequentemente, contribui para a proteção da população contra a doença.
Além da vacinação, os profissionais também orientam os moradores sobre os cuidados necessários para prevenir a raiva e reforçam a importância de procurar imediatamente uma unidade de saúde em casos de mordidas, arranhaduras ou outros tipos de contato de risco com animais.
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