POLÍTICA NACIONAL
Cleitinho defende restrições à publicidade de apostas esportivas
POLÍTICA NACIONAL
Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (8), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu a aprovação de medidas para combater as apostas esportivas online. Segundo o parlamentar, a restrição à publicidade das plataformas é um dos caminhos para reduzir os impactos do vício em jogos, agravados, segundo ele, pelo interesse suscitado pela Copa do Mundo em andamento.
Durante o discurso, Cleitinho afirmou que o aumento das apostas tem provocado consequências para milhares de famílias brasileiras e impactado a saúde mental da população. O senador citou dados sobre o crescimento do volume de apostas durante o torneio e defendeu maior controle sobre a divulgação das plataformas.
— A gente precisa dar um fim nessa questão das bets. Está acabando com milhares de pessoas e milhares de famílias. É momento de a gente refletir e dar um basta nisso — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Comissão aprova critérios para ampliar reserva de moradias para pessoas com deficiência
A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios a ampliarem o percentual de moradias reservadas para pessoas com deficiência em programas habitacionais financiados com recursos públicos.
A ampliação deverá considerar, entre outros critérios, a demanda local, a disponibilidade orçamentária e a viabilidade técnica dos empreendimentos.
Atualmente, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência fixa a reserva em no mínimo 3% das unidades habitacionais.
Por recomendação da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO), o colegiado aprovou o substitutivo adotado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano ao projeto de lei 7194/17, dos deputados Marcos Abrão (PPS-GO) e Rubens Bueno (Cidadania-PR), e apensados. Enquanto a versão original aumentava a reserva de moradias para 10%, o texto aprovado mantém a regra atual e permite o aumento, conforme a demanda do ente federado, desde que não haja redução do percentual mínimo.
Para Silvia Cristina, a iniciativa permite que os programas habitacionais respondam às necessidades locais. “O novo texto garante a segurança jurídica da reserva mínima e assegura que a priorização desse grupo vulnerável seja observada ao longo de todas as etapas do processo de seleção”, afirmou em parecer.
Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
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