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Comissão debate negociação coletiva no serviço público

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A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública na terça-feira (4) para discutir a negociação coletiva no serviço público.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF) e será realizado às 10 horas, no plenário 8.

Segundo a deputada, a audiência faz parte de um ciclo de seis debates sobre temas estruturantes e estratégicos para o aprimoramento do serviço público, como a negociação coletiva, a regulamentação do teletrabalho e o governo digital.

Erika Kokay ressalta que o diálogo entre o Parlamento, o Poder Executivo e as entidades representativas dos servidores é essencial para fortalecer a administração pública e garantir políticas sustentáveis e equilibradas.

“A comissão tem um papel central no debate sobre a modernização e o fortalecimento da administração pública brasileira. O momento atual exige uma escuta qualificada sobre temas que impactam diretamente a gestão de pessoas, a organização do Estado e a qualidade da prestação de serviços à população”, diz a deputada.

“Os desafios enfrentados pelo serviço público demandam transparência, base empírica e compromisso institucional com soluções técnicas e socialmente justas”, acrescenta.

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Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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