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POLÍTICA NACIONAL

CRA debaterá política de reforma agrária com presidente e ex-dirigentes do Incra

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A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou nesta quarta-feira (24) requerimento de convite para o comparecimento do presidente do Incra, César Aldrighi, que deverá falar aos senadores sobre a Política Nacional de Reforma Agrária. Ex-presidentes do Incra e um ex-coordenador do instituto também foram convidados para debaterem propostas de melhorias na gestão do programa.

Apresentado pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO) o requerimento inclui os ex-presidentes do Incra Geraldo Melo e Xico Graziano, além do ex-coordenador regional do Incra para a Amazônia Ocidental Assis Canuto. A data da audiência ainda será marcada.

Bagattoli classifica como “caótica” a política de reforma agrária, principalmente nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Ele disse esperar que a audiência ajude a esclarecer a situação do Incra.

— Sabemos que o Incra hoje não tem mais funcionário. Amparo legal ele tem, mas não tem é braço para chegar e fazer a tal regularização fundiária.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lei prioriza distribuição de alimentos para rede de acolhimento a mulheres vítimas de violência

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O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) deverá priorizar a distribuição de alimentos para a rede de acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A medida está prevista na Lei 15.451/26, sancionada pelo presidente da República e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º).

Para estabelecer essa prioridade — que também beneficia os dependentes dessas mulheres —, a nova norma altera a Lei 11.346/06. A prioridade vale especialmente para os centros de atendimento integral e as casas-abrigo previstos na Lei Maria da Penha.

O Sisan é o sistema de gestão das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional. Entre seus objetivos estão: formular e implementar políticas e planos de segurança alimentar; promover o direito à alimentação; e acompanhar a segurança alimentar e nutricional no país.

Necessidades básicas
A nova lei teve origem em um projeto da senadora Teresa Leitão (PT-PE). Na justificativa do projeto, ela defende o fortalecimento da rede de atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e argumenta que, para isso, é necessário garantir condições para que esses serviços atendam às necessidades básicas das vítimas e de seus dependentes.

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A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), relatora da proposta na Câmara, disse que o objetivo do projeto é garantir a segurança alimentar às vítimas e aos seus dependentes durante o período de acolhimento.

“Trata-se de proposta que fortalece as condições para a superação do ciclo de violência, mitigando fatores de vulnerabilidade econômica que, frequentemente, dificultam o rompimento desse ciclo”, disse.

Da Redação – RS
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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