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Goiás elege Gustavo Gayer e Gracinha Caiado ao Senado

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selo_eleicoes_claro.jpgGoiás elegeu como senadores, neste domingo (4), o atual deputado federal Gustavo Gayer (PL) e a ex-primeira-dama do estado Gracinha Caiado (União). 

Gustavo Gayer nasceu em Goiânia, em 1981. Trabalhou como professor de idiomas, empresário e comunicador de conteúdo digital, área em que ganhou destaque pelo seu engajamento nas redes sociais. Em 2020, disputou, sem sucesso, a prefeitura de Goiânia. Em 2022, elegeu-se deputado federal, como o segundo mais votado. Na Câmara, foi vice-líder da Oposição e líder da Minoria.

Seus suplentes são Leonardo Rizzo (PL) e Emerson Lima (PL). 

A advogada, produtora rural e gestora de políticas sociais Gracinha Caiado nasceu em Feira de Santana (BA) em 1959. Casada com o ex-senador e ex-governador Ronaldo Caiado (que disputou as eleições presidenciais neste domingo), Gracinha trabalhou na área social ao longo de vários anos como primeira-dama e dirigente de instituições. Foi diretora da União Democrática Ruralista da Bahia, presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais de Goiás.

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Esta foi a primeira vez que Gracinha Caiado disputou um cargo eletivo. A senadora eleita tem como suplentes Alexandre Baldi (PP) e Fião (União).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Fim da 6×1: Senado pode concluir 1º turno da votação em mais duas sessões

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A votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6×1 pode ser concluída na quarta-feira (15). A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário do Senado, após ser aprovada pela Câmara dos Deputados por ampla maioria. 

A PEC, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas. Restam agora mais duas sessões de discussão para que a proposta seja votada em primeiro turno, o que pode acontecer já na quarta-feira, quando se dará a quinta e última sessão de discussão em primeiro turno. No dia anterior, terça-feira (13), deve ocorrer a quarta sessão de discussão.

Depois do primeiro turno, de acordo com o regimento do Senado, a proposta ainda terá que ser debatida em outras três sessões de discussão, para ser votada em segundo turno. Seguindo o rito tradicional, a votação da PEC do fim da 6×1 ainda poderia ser concluída em outubro.

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A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.

Calendário especial

Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.

De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.

— Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.

Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário. 

A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).

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Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6×1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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