POLÍTICA NACIONAL
Motta defende MP que socorre empresas afetadas pelas tarifas dos EUA
POLÍTICA NACIONAL
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a aprovação da medida provisória que socorre empresas impactadas pelo tarifaço imposto pelo presidente norte-americano, Donald Trump, ao Brasil. Segundo Motta, a medida do governo é importante para proteger os setores produtivos brasileiros.
“Há causas que devem transcender as preferências partidárias ou ideológicas”, afirmou Motta por meio de suas redes sociais.
Essas foram as primeiras ações do pacote que o Executivo planeja para auxiliar as empresas nacionais diante do tarifaço. Entre as medidas previstas na MP estão R$ 30 bilhões em crédito, condicionados à manutenção do número de empregos, e o adiamento de cobranças de tributos por parte da Receita Federal.
Motta lembrou que o Parlamento é parceiro do País e citou a aprovação, pelo Congresso, da Lei de Reciprocidade Econômica. “Nosso empenho por soluções que protejam empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros seguirá inabalável. O Brasil não pode parar”, disse o presidente da Câmara.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
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