RIO BRANCO
Search
Close this search box.

POLÍTICA NACIONAL

Por por 32 votos a 2, CCJ aprova a perda de mandato da deputada Carla Zambelli

Publicados

POLÍTICA NACIONAL

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, por 32 votos a 2, a decretação da perda de mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), conforme parecer do deputado Claudio Cajado (PP-BA). O caso segue agora para o Plenário.

Cajado foi o autor do parecer vencedor, tendo em vista a rejeição do parecer do relator original, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), favorável à manutenção do mandato. Ele obteve 27 favoráveis e 32 contrários.

A decretação da perda de mandato de Zambelli foi solicitada à CCJ pela Mesa Diretora da Câmara, considerando que a deputada foi condenada a dez anos de prisão e à perda do mandato parlamentar pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Zambelli foi acusada de ordenar a violação do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para inserção de documentos falsos, entre eles uma ordem de prisão de Alexandre de Moraes, assinada por ele próprio. A violação foi feita pelo hacker Walter Delgatti Neto, que confessou o crime.

Mais informações a seguir

Leia Também:  Em sessão solene, deputados elogiam atuação dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias

Reportagem – Noeli Nobre
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova proposta com novas regras para placas de atendimento prioritário

Publicados

em

Por

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga estabelecimentos públicos e privados a inserir símbolos e descrições de diversas deficiências em placas de atendimento prioritário.

Pela proposta, as sinalizações deverão incluir representações para deficiências física, auditiva, visual, mental ou intelectual e múltipla, além de síndrome de Down, transtorno do espectro autista e mobilidade reduzida. O texto também mantém a prioridade para gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e pessoas idosas.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Geraldo Resende (União-MS), para o projeto de lei original (PL 6967/25), do deputado Duda Ramos (Pode-RR).

“A proposta supera a visão de que a deficiência se restringe apenas a limitações motoras aparentes, combatendo o estigma e os questionamentos constrangedores que muitos cidadãos enfrentam ao tentar exercer seu direito à prioridade”, afirmou Geraldo Resende.

Tecnologia
Uma das mudanças trazidas pelo substitutivo é a permissão para o uso de tecnologias digitais. “O novo texto assegura que a norma não se restrinja a placas físicas, permitindo que estabelecimentos utilizem recursos digitais e audiovisuais que podem ser, em muitos casos, mais eficientes para a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência”, justificou Resende.

Leia Também:  Heinze defende renegociação de dívidas de produtores gaúchos

Ele alterou ainda as punições para quem descumprir a lei. O projeto original previa sanções mais rígidas, mas o texto do relator estabelece um rito progressivo. As sanções começam com advertência educativa e prazo para adequação, antes de seguir para autuações e notificações ao Ministério Público ou órgãos de defesa do consumidor.

Padronização
As placas físicas, quando adotadas, deverão seguir determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade). O projeto também incentiva o uso de recursos como código QR e audiodescrição para facilitar a comunicação.

Símbolo universal
A Organização das Nações Unidas (ONU) desenvolveu em 2015 um símbolo internacional de acessibilidade, que consiste de figura humana simétrica com os braços abertos inscrita dentro de um círculo. O novo ícone tem o objetivo de representar a inclusão universal.

Recém-sancionada, a Lei 15.459/26 prevê a adoção da denominação “símbolo internacional de acessibilidade”, mas teve vetados os trechos que previam a substituição do símbolo atualmente usado no país pelo modelo da ONU. O governo federal argumentou que a mudança não contou com a participação das organizações representativas das pessoas com deficiência.

Leia Também:  Comissão aprova apoio à economia criativa em áreas atingidas por calamidade pública

Próximos passos
O PL 6967/25 segue agora para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA