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Eduardo Ribeiro cobra rigor na apuração sobre queda de ponte em Sena Madureira e pede fiscalização dos recursos públicos

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O deputado Eduardo Ribeiro (Republicanos) manifestou preocupação, durante a sessão desta terça-feira (9), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), com o desabamento da ponte em Sena Madureira e defendeu uma investigação rigorosa para apurar as causas do acidente e as responsabilidades envolvendo a execução da obra.

Ao iniciar sua fala, o parlamentar prestou solidariedade às vítimas e desejou pronta recuperação aos feridos, em especial ao juiz Edinaldo Muniz, filiado ao Republicanos, que segue internado. “Que Deus possa estar abençoando ele e que possa estar saindo quanto antes desse quadro clínico e voltando às suas atividades”, disse.

Eduardo Ribeiro destacou que a situação é grave, considerando que a estrutura foi construída há menos de dois anos e meio. Segundo ele, a obra custou inicialmente cerca de R$ 36 milhões, mas recebeu aditivos que elevaram o valor para aproximadamente R$ 45 milhões.

“Uma ponte que, em menos de dois anos e meio, caiu. Isso é muito grave”, afirmou.

O deputado elogiou a atuação do Ministério Público e do Tribunal de Contas, que já instauraram procedimentos para investigar o caso, mas ressaltou que a Assembleia Legislativa também possui a responsabilidade de acompanhar de perto a aplicação dos recursos públicos.

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“É obrigação do Poder Legislativo fiscalizar os contratos e a utilização do dinheiro público. Precisamos acompanhar isso com lupa”, enfatizou.

Ainda é durante o pronunciamento, o parlamentar questionou se houve falhas no projeto, na execução e na fiscalização da obra. Para ele, se já existiam estudos e conhecimento sobre as características do solo e a movimentação das margens do rio, essas condições deveriam ter sido consideradas durante a construção.

Ele também lembrou que a mesma empresa responsável pela ponte de Sena Madureira participou de outras obras no estado, incluindo a ponte de Xapuri, e estava envolvida na construção da sexta ponte sobre o Rio Acre. O deputado destacou que o governo estadual suspendeu os pagamentos à construtora e defendeu que a empresa seja responsabilizada.

“Não tem como a gente confiar numa empresa que faz uma ponte, gasta R$ 45 milhões e, em menos de dois anos e meio, essa ponte cai”, declarou.

Ao encerrar, o parlamentar reforçou a necessidade de acompanhamento permanente por parte da Aleac às investigações conduzidas pelos órgãos de controle, ressaltando que o caso envolve recursos públicos e impacta diretamente a população acreana.

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Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Manoel Moraes chama atenção para circulação de informações durante período eleitoral

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Durante sessão na Aleac, deputado afirmou que eleitores devem analisar informações e destacou que as atividades dos Poderes continuam após o pleito

Em pronunciamento na sessão desta terça-feira (22), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Manoel Moraes (União Progressista), líder do governo, abordou a proximidade das eleições e fez considerações sobre a circulação de informações durante o período eleitoral.

Ao comentar a chegada do dia 4 de outubro, o parlamentar afirmou que o período eleitoral costuma ser marcado por uma intensificação de manifestações e debates públicos. Segundo ele, é necessário que os eleitores avaliem as informações antes de formar suas opiniões.

“Tem muito eleitor falando um monte de coisa, falando um monte de besteira aí. E tanta gente falando besteira aqui no Acre. Eu só fico triste de saber”, declarou.

Manoel Moraes também afirmou que, independentemente do resultado das eleições, as instituições e os agentes públicos continuarão exercendo suas atividades. “Depois do dia 4, a vida continua. Nós vamos continuar trabalhando, os deputados, o Judiciário, o governo, todo mundo trabalhando”, disse.

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O deputado progressista criticou ainda a disseminação de informações que, segundo sua avaliação, seriam falsas ou produzidas de forma deliberada no ambiente digital. Ao tratar do assunto, fez referência às chamadas “milícias digitais” e defendeu a responsabilização de quem utilizar ferramentas digitais para disseminar conteúdos que possam configurar irregularidades.

Ainda em seu pronunciamento, Moraes também se dirigiu ao deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), fazendo um alerta sobre a necessidade de verificar a procedência das informações utilizadas nos debates políticos.

“Então, amigo Edvaldo, tome cuidado com essas informações. Não busque informações como certas coisas que não são certas, coisas que são criadas e fabricadas lá no meio das milícias digitais que nós temos aqui no Acre e no Brasil”, afirmou.

O parlamentar reforçou a importância da análise dos fatos pelos eleitores e declarou que o período eleitoral não representa o encerramento das atividades institucionais. “E o mundo não vai se acabar dia 4 não”, concluiu.

No grande expediente, o deputado disse que as dificuldades relacionadas ao transporte e à alimentação escolar, precisam ser analisadas considerando as condições de infraestrutura do Estado. Segundo ele, a rede atende cerca de 600 escolas e mais de 100 mil estudantes, incluindo localidades de difícil acesso, o que, em sua avaliação, torna complexa a manutenção do transporte terrestre e fluvial.

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O parlamentar também mencionou dificuldades no abastecimento de alimentos e defendeu que os problemas sejam discutidos e solucionados de forma conjunta. “Estamos para discutir o transporte escolar, estamos para discutir a merenda. Agora, dizer que em qualquer município do Acre saia às 9 horas para comprar carne, vê se você acha carne para comprar proteína. Então nós temos que ter cuidado com o que fala. Às vezes não é por uma administração. É muita gente, é um Estado pobre, é um Estado difícil, é muita chuva”, afirmou.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: João Henrique

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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