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Lula chora ao falar sobre tirar brasileiros da fome e diz que Alckmin não será ministro

Lula afirmou ter feito questão de designar o ex-governador de São Paulo como coordenador da transição para que ninguém pensasse que ele seria ministro. “Ele não disputa vaga de ministro porque é o vice-presidente da República”, afirmou.

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POLÍTICA

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chorou nesta quinta-feira (10) ao falar a parlamentares aliados sobre sua prioridade de livrar brasileiros da fome e afirmou que seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), não disputa vaga de ministro em seu governo.

Lula discursou sobre o “Brasil do Futuro” a uma plateia formada por deputados e senadores de partidos aliados em auditório do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), sede do governo de transição. No palco também estavam Alckmin, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e a esposa do presidente eleito, Janja.

O presidente eleito falou depois de Alckmin, que fez um discurso curto. “Não adianta pedir pro Alckmin falar um discurso mais longo porque não fala”, brincou. “Ele foi telegráfico como sempre.”

Lula afirmou ter feito questão de designar o ex-governador de São Paulo como coordenador da transição para que ninguém pensasse que ele seria ministro. “Ele não disputa vaga de ministro porque é o vice-presidente da República”, afirmou.

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O petista disse ainda que a comissão de transição “não decide nada” e “é como se fosse uma máquina de ressonância magnética, vai fazer o levantamento a partir da situação do país.”

Ele lembrou ainda que o governo foi eleito com a promessa de olhar para os mais pobres. “A gente não tem que ter vergonha de dizer que o nosso voto é o voto daquelas pessoas que mais necessitam. É daquelas pessoas que um dia viveram num país que tinha um governo que olhou para elas.”

O presidente eleito chorou ao falar sobre sua meta de retirar brasileiros que vivem em situação de fome. “Se quando eu terminar esse mandato cada brasileiro tiver tomando café, tiver almoçando e tiver jantando, outra vez eu terei cumprido a missão da minha vida.”

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Aleac realiza sessão solene em homenagem ao Dia Estadual do Policial Civil

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Em reconhecimento ao Dia Estadual do Policial Civil, a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) realizou, nesta segunda-feira (13), uma sessão solene para homenagear os profissionais que integram a Polícia Civil do Estado. A solenidade reuniu parlamentares, autoridades, representantes de instituições públicas, servidores da segurança pública e convidados.

A sessão foi realizada em atendimento ao Requerimento nº 57/2026, de autoria do deputado Clodoaldo Rodrigues (Republicanos), com o objetivo de destacar a data instituída em homenagem aos policiais civis e proporcionar um espaço para o reconhecimento institucional da atuação da categoria.

Ao dar início à solenidade, Clodoaldo Rodrigues destacou a importância da valorização dos policiais civis e defendeu a continuidade do diálogo entre o Parlamento, o governo e a categoria para o fortalecimento da instituição. O deputado ressaltou que seu mandato tem acompanhado as demandas apresentadas pelos servidores e afirmou que continuará buscando medidas voltadas à melhoria das condições de trabalho e da estrutura destinada à Polícia Civil.

“Desde o início do meu mandato, tenho procurado manter esse diálogo com a Polícia Civil e levar suas demandas aos espaços de discussão. Sabemos que houve investimentos, mas ainda há necessidades que precisam ser enfrentadas, principalmente na valorização dos profissionais. Meu compromisso é continuar contribuindo, por meio da atividade parlamentar, para que esses avanços aconteçam”, afirmou.

A representante dos auxiliares de necropsia da Polícia Civil, Halica Kaiane, relatou a situação funcional enfrentada por profissionais que exerciam a atividade antes da realização do primeiro concurso específico para o cargo, realizado em 2020. Durante o pronunciamento, ela afirmou que servidores com mais de 30 anos de atuação na instituição não tiveram a função reconhecida para fins de aposentadoria, o que, segundo seu relato, tem resultado em benefícios equivalentes a um salário mínimo. A representante da categoria também defendeu o reconhecimento desses profissionais e mencionou a necessidade de inclusão do cargo nas previsões para futuros concursos públicos, destacando que a pauta busca assegurar o reconhecimento dos serviços prestados à Polícia Civil ao longo de décadas.

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Representando a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Acre (Adepol/AC), o delegado Emylson Farias destacou a importância do reconhecimento institucional aos profissionais da segurança pública e chamou atenção para a necessidade de valorização dos servidores. Ao abordar o tema, afirmou que o reconhecimento vai além de homenagens e deve se refletir no cuidado com aqueles que atuam diariamente em defesa da sociedade. “A ausência do reconhecimento adoece qualquer policial, qualquer servidor público. Reconhecer é dar valor, reconhecer é abraçar. Infelizmente, nós temos vivido tempos em que o servidor está doente. Como é que alguém doente cuida de alguém? Como é que você abraça, como é que você cuida quando você não está bem?”, declarou.

Representando a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), o presidente Rodrigo Aiache destacou a importância da atuação da Polícia Civil na promoção da segurança pública e da garantia dos direitos da população. Durante o pronunciamento, ressaltou o compromisso dos policiais civis com a investigação criminal e o enfrentamento da criminalidade, além de defender a valorização dos profissionais que integram a instituição. “As pessoas se deitam para descansar porque confiam que há homens e mulheres trabalhando para garantir a segurança da sociedade. Esse trabalho exige dedicação, preparo e, muitas vezes, sacrifícios pessoais. Valorizar a Polícia Civil é reconhecer a importância desse serviço para toda a população”, afirmou.

Ao usar a tribuna, o diretor-geral adjunto da Polícia Civil do Acre, delegado Martin Hessel, afirmou que a atual gestão pretende manter diálogo permanente com todas as carreiras da instituição e trabalhar pela valorização dos servidores. Em sua fala, destacou que o fortalecimento da Polícia Civil passa por investimentos em infraestrutura, tecnologia e melhoria das condições de trabalho, além da aproximação da administração com as unidades policiais. “Estamos à disposição para receber todas essas demandas e discuti-las no nosso fórum, para que possamos buscar os avanços que a Polícia Civil merece. Esse avanço passa pela valorização dos profissionais, por investimentos em modernização e tecnologia e por uma gestão mais próxima das delegacias. Precisamos tornar o ambiente de trabalho mais digno e fortalecer cada vez mais a nossa Polícia Civil”, declarou.

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Encerrando as manifestações da sessão solene, o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Acre (Sinpol), Ianio Marcos, ressaltou a importância da homenagem promovida pela Assembleia Legislativa e destacou o papel desempenhado pelos policiais civis na garantia de direitos da população. Durante o pronunciamento, agradeceu o apoio do Parlamento às demandas da categoria, citou avanços relacionados ao fortalecimento do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) em Brasiléia e afirmou que a data também deve servir para discutir os desafios ainda enfrentados pelos servidores. “É um dia de celebrar, mas é um dia também de denunciar. O policial civil é o primeiro garantidor de direitos dentro das unidades policiais e merece condições adequadas para exercer essa missão. Precisamos continuar fortalecendo a instituição e enfrentando as carências que ainda existem”, declarou.

No encerramento da solenidade, Clodoaldo Rodrigues agradeceu a participação das autoridades e representantes das instituições presentes, reafirmou o compromisso de acompanhar as demandas da Polícia Civil e informou sobre a destinação de recursos para a instituição por meio de emenda parlamentar federal. O deputado também mencionou mudanças recentes na gestão da Polícia Civil e manifestou expectativa de que novas medidas possam contribuir para o fortalecimento da categoria. “Vamos continuar lutando e trabalhando para que a gente ainda possa, se Deus quiser, este ano, falar de conquistas para essa categoria”, afirmou.

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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