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Podcast debate inovação, inteligência artificial e sustentabilidade como motores da nova transformação do agro brasileiro

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A transformação digital e tecnológica do agronegócio brasileiro ganhou destaque no novo episódio do podcast De Dono Para Dono, apresentado por Julian Tonioli, CEO da Auddas. O programa reúne Antônio Maia, fundador da Casa Bugre, e Flávio Maia, CEO do grupo, em uma conversa sobre inovação, inteligência artificial, sustentabilidade e construção de ecossistemas voltados ao produtor rural.

Com 45 anos de atuação no mercado, a Casa Bugre passou por uma ampla reestruturação estratégica ao longo das últimas décadas. A empresa, que iniciou sua trajetória como importadora de sementes de hortaliças, hoje atua como uma plataforma de desenvolvimento e difusão de tecnologias agrícolas, conectando ciência, biotecnologia, inteligência artificial e agricultura regenerativa.

Casa Bugre amplia atuação com inovação aberta e tecnologias agrícolas

Durante o episódio, os executivos detalham como o grupo expandiu suas operações para além da genética agrícola, investindo em inovação aberta, pesquisa aplicada e desenvolvimento de soluções sustentáveis para o campo.

Atualmente, a companhia reúne iniciativas ligadas à nutrifisiologia, bioinsumos, nanotecnologia, inteligência artificial e sinalizadores fisiológicos, além do hub de inovação Agri for Life.

Segundo Antônio Maia, a busca por produtividade no agro está diretamente relacionada ao uso eficiente dos recursos naturais e à sustentabilidade econômica da atividade.

“O ESG, da forma como enxergamos, não é apenas um discurso comercial. Existe uma necessidade real de eficiência, porque os recursos são finitos e os custos seguem aumentando”, afirma.

Inteligência artificial avança no agro com foco em produtividade e precisão

Um dos principais temas abordados no podcast foi o avanço da inteligência artificial dentro do agronegócio brasileiro. Os executivos destacaram aplicações voltadas à análise de solo, manejo agrícola e otimização da produtividade no campo.

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Entre os exemplos apresentados está o uso de IA para análise de tipologia de argila e geração de predições voltadas ao manejo agrícola, permitindo ajustes mais precisos em irrigação, nutrientes e aplicação de bioinsumos.

A companhia também destacou projetos desenvolvidos por empresas ligadas ao grupo, como a Krilltech, especializada em nanotecnologia aplicada à agricultura, e a Terrus Regeneração, plataforma focada em agricultura regenerativa e inteligência artificial.

Para Flávio Maia, o Grupo Casa Bugre deixou de operar apenas como indústria tradicional para assumir um papel mais abrangente dentro do ecossistema agro.

“Hoje atuamos como uma plataforma de inovação, conexão tecnológica e acesso ao mercado. O Grupo Casa Bugre passou a ser a base que integra desenvolvimento, difusão e escalabilidade das tecnologias”, explica.

Tecnologias agrícolas brasileiras avançam no mercado internacional

Outro ponto discutido no episódio foi o processo de internacionalização das tecnologias desenvolvidas pela companhia.

Segundo os executivos, soluções do grupo já possuem operações, testes ou acordos comerciais em mercados estratégicos como União Europeia, Estados Unidos, Índia, Uruguai, Peru e África do Sul, ampliando a presença internacional da inovação agrícola brasileira.

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Além da expansão global, o episódio também aborda temas relacionados à governança corporativa, sucessão familiar, crescimento sustentável e construção de relações de confiança dentro do setor agroindustrial.

Conexão entre ciência e produtor rural ganha protagonismo

Ao longo da conversa, os convidados reforçam que o principal objetivo da companhia é aproximar conhecimento científico das demandas reais do produtor rural.

“Nosso propósito é conectar ciência e tecnologia às necessidades do campo, impulsionando uma agricultura mais eficiente, rentável e sustentável”, destaca Flávio Maia.

Antônio Maia encerra o episódio ressaltando a importância do relacionamento humano dentro do agronegócio.

“É fundamental ter interesse genuíno pelo sucesso do produtor rural. Isso faz toda a diferença na construção de negócios sólidos no agro”, afirma.

Para Julian Tonioli, o episódio demonstra como o agro brasileiro vem evoluindo para modelos mais sofisticados de inovação, sem perder a conexão prática com a realidade do campo.

“É muito interessante conversar com empresas que conseguem unir tecnologia, ciência, sustentabilidade e resultado de forma aplicada, mantendo a essência do produtor rural”, comenta.

O episódio do podcast De Dono Para Dono está disponível nas principais plataformas digitais e no canal oficial da Auddas no YouTube.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços de carnes e ovos recuam no atacado, enquanto leite mantém alta, aponta DATAGRO

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O mercado atacadista de proteínas animais apresentou comportamento misto na última semana, com queda nos preços da carne suína, carne de frango e ovos, enquanto o leite manteve trajetória de valorização. Os dados foram divulgados pela DATAGRO e refletem diferentes dinâmicas de oferta e demanda entre as principais cadeias pecuárias do país.

Enquanto proteínas como suínos, aves e ovos enfrentam pressão baixista, o segmento de lácteos segue sustentado por fatores que impulsionam os preços. Já a pecuária bovina apresentou sinais de recuperação na arroba do boi gordo, acompanhados por redução nas escalas de abate.

Carne suína lidera movimento de queda no mercado

Entre as proteínas analisadas pela DATAGRO, a carne suína registrou recuo nas cotações e foi negociada a R$ 8,55 por quilo.

O movimento também atingiu a carne de frango, cotada a R$ 7,23 por quilo, além dos ovos, cujo preço caiu para R$ 142,26 por 30 dúzias.

Segundo a consultoria, o desempenho reforça o cenário de pressão sobre as proteínas animais fora do segmento bovino, em um ambiente marcado por ajustes entre oferta e consumo.

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Leite UHT segue em alta e contraria tendência das proteínas

Na direção oposta, o mercado de lácteos manteve valorização durante a semana.

O leite UHT apresentou alta de 2,1% em relação ao período anterior, alcançando R$ 5,37 por litro.

De acordo com a DATAGRO, o desempenho positivo do leite contrasta com o comportamento das demais proteínas monitoradas, evidenciando fundamentos específicos que continuam sustentando os preços no setor de lácteos.

Arroba do boi gordo volta a subir em São Paulo

No mercado bovino, o comportamento foi diferente do observado para suínos, aves e ovos.

A arroba do boi gordo na praça paulista registrou valorização de 0,26%, encerrando o período cotada a R$ 327,59, após a queda observada na semana anterior.

O avanço das cotações ocorre em meio ao encurtamento das escalas de abate, indicador que acompanha a disponibilidade de animais prontos para o frigorífico e serve como importante termômetro das condições de oferta.

Escalas de abate diminuem e atacado bovino permanece estável

A DATAGRO informou que a programação média de abates no Brasil recuou para 8,61 dias corridos, sinalizando menor disponibilidade de animais terminados em diversas regiões produtoras.

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Apesar da recuperação da arroba, o mercado atacadista de carne bovina manteve estabilidade.

O preço da carcaça casada permaneceu em R$ 23,25 por quilo, indicando equilíbrio entre oferta e demanda no segmento industrial, mesmo diante das oscilações registradas nas negociações do boi gordo.

Mercado de proteínas segue dividido entre pressão e valorização

O comportamento dos diferentes segmentos reforça a heterogeneidade do mercado brasileiro de proteínas animais.

Enquanto suínos, frango e ovos enfrentam um ambiente de maior pressão sobre os preços, o leite continua sustentado por fatores próprios da cadeia produtiva, e a bovinocultura apresenta sinais de recuperação nas cotações da arroba.

A expectativa do setor é que os próximos movimentos do mercado dependam da evolução da demanda doméstica, do ritmo das exportações e da disponibilidade de animais para abate, fatores que continuarão influenciando a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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