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Hemoacre recebe 56 doações de sangue em ação no Cieps

O Hemoacre fica localizado na Av. Getúlio Vargas, 2787, Vila Ivonete, em Rio Branco.

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Agentes públicos da Segurança realizaram 56 doações. Foto: Júnior Aguiar/Sesacre

Uma ação de coleta de sangue foi realizada durante esta semana no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Cieps), em Rio Branco. Promovida pela Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemoacre), a iniciativa resultou em 56 doações.

O Cieps, órgão da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), é o local de formação dos servidores públicos da Segurança estadual, como policias militares, bombeiros e agentes penitenciários. De acordo com a gerente-geral Hemoacre, Josiane Amorim, a parceria entre as instituições já se dá há algum tempo.

“O Cieps é nosso parceiro e as coletas que realizamos lá sempre têm um retorno bastante significativo para o nosso estoque. Agradecemos a todos os participantes e em especial ao tenente Farias, que contribuiu para o sucesso da ação”, disse.

De acordo com a gerente-geral do Hemoacre, Josiane Amorim, a parceria entre as instituições já ocorre há algum tempo. Foto: Júnior Aguiar/Sesacre

A gerente aproveitou ainda para convidar as demais instituições públicas e privadas e a população em geral para participar das doações.

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Quem pode doar?

Para se candidatar à doação de sangue é necessário estar saudável, bem alimentado, pesar acima de 50 kg, ter dormido bem na noite anterior, não ter ingerido bebida alcoólica, ter entre 16 e 69 anos de idade e apresentar um documento oficial com foto. O Hemoacre fica localizado na Av. Getúlio Vargas, 2787, Vila Ivonete, em Rio Branco.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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