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Abertas inscrições para curso on-line Apicultura para iniciantes

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Os interessados em iniciar uma criação de abelhas, têm agora a oportunidade de se capacitarem para começar a criar abelhas africanizadas Apis mellífera, as abelhas com ferrão, também conhecidas como europeias em algumas regiões.

A Embrapa está oferecendo o curso Apicultura para iniciantes na plataforma e-Campo. A capacitação é gratuita e a oferta é contínua, ou seja, o interessado poderá inscrever-se a qualquer momento daqui em diante.

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O curso, com carga horária de 20 horas, é composto por seis módulos, que apresentam informações detalhadas sobre as abelhas e sua criação no Brasil, orientações sobre os produtos das abelhas, materiais e equipamentos apícolas, instalação e povoamento do apiário e conclui com o manejo das colônias.

Ao final do curso, o participante deverá reconhecer diferentes tipos de abelhas, em especial a abelha africanizada Apis mellifera, e apresentar aspectos da atividade apícola no Brasil; Listar os produtos das abelhas e suas principais características, composição e utilização; Reconhecer os materiais necessários para a criação de abelhas e suas respectivas funções; Identificar as características adequadas do local para a instalação de um apiário; Identificar as vantagens as formas de obtenção de enxames, suas vantagens e desvantagens e indicar técnicas de manejo das colônias de abelhas no apiário. 

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Para mais Informações sobre o curso: [email protected]

Fonte: Embrapa

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Alta do diesel corrói margem no campo e pode custar até R$ 14 bilhões ao agronegócio

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A disparada de mais de 23% no preço do diesel em pouco mais de um mês já impacta diretamente o custo de produção no campo. Levantamento do Projeto Campo Futuro, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, com apoio da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul, indica que a cana-de-açúcar já registra aumento de R$ 355 por hectare — o maior entre as principais culturas. No agregado, o impacto sobre o agronegócio brasileiro soma R$ 7,2 bilhões e pode ultrapassar R$ 14 bilhões se o combustível mantiver a trajetória de alta ao longo de 2026.

O efeito é mais intenso na cana por uma razão operacional: trata-se de uma atividade altamente mecanizada e contínua. Do corte ao transporte até a usina, todas as etapas dependem de máquinas pesadas movidas a diesel, e a colheita se estende por meses. Esse padrão amplia o consumo de combustível por área e torna a cultura mais sensível a variações de preço.

A diferença em relação a outras lavouras é significativa. Na soja, o aumento de custo varia entre R$ 42 e R$ 48 por hectare, enquanto no milho fica entre R$ 40 e R$ 75. O arroz aparece na sequência, com elevação de R$ 203 por hectare, influenciado pelo uso de irrigação. Ainda assim, nenhuma cultura apresenta o mesmo nível de exposição ao diesel que a cana.

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Com o litro do combustível na casa de R$ 7,50 em abril, o impacto já se espalha por toda a cadeia produtiva. O encarecimento atinge desde o preparo do solo até o frete, pressionando o custo de grãos, açúcar, etanol e outros alimentos. Na prática, parte dessa alta tende a ser repassada ao mercado, reduzindo margem no campo e elevando preços ao consumidor.

Sem alternativas viáveis no curto prazo — como eletrificação de máquinas ou substituição em larga escala por biocombustíveis —, o produtor fica entre absorver o aumento ou reajustar preços. Caso a alta persista, o diesel deve se consolidar como um dos principais fatores de risco para o planejamento da safra 2026, influenciando decisões de investimento, área plantada e uso de tecnologia no campo.

Fonte: Pensar Agro

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