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Equipe de transição de governo considera taxar Google, Facebook, Netflix e empresas de comunicação

Sugestão foi levantada pelo ex-ministro Paulo Bernardo, que chefiou as pastas de Comunicações no governo Dilma Rousseff e do Planejamento na gestão Lula.

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Paulo Bernardo já integrou dois governos federais enquanto o Partido dos Trabalhadores esteve no comando do Palácio do Planalto- ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

O ex-ministro Paulo Bernardo, que comandou as pastas de de Comunicações no governo Dilma Rousseff (PT) e do Planejamento na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conversou com jornalistas nesta segunda-feira, 14, na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, e revelou que há discussões no grupo de transição para que o novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avance nas tributações de empresas gigantes de comunicação, como GoogleFacebook e Netflix. Na visão do político, é necessário discutir as medidas já que, durante sua passagem pela Esplanada dos Ministérios, as “empresas de tecnologia não recolhiam imposto nenhum” em território europeu. “Fez uma política de tributação das gigantes, o Google, Facebook, e todo mundo agora paga. Acho que temos que avaliar aqui no Brasil como está isso, se é viável, se podemos”, disse. No entendimento de Bernardo, não é viável que uma empresa de telecomunicação, seja ela grande ou pequena, pague até 40% de impostos enquanto as ‘gigantes’ citadas não contribuem. “Com certeza tem um problema aí”, considerou. Paulo exemplificou seu entendimento ao citar a Netflix e ressaltou que uma empresa de TV por assinatura é obrigada a pagar “um imposto danado”, além das despesas com infraestrutura, enquanto o serviço de streaming “não paga nada”. “Acho que isso teria que ser pensado. Não vamos dar solução porque não é a tarefa, mas apontar ideias”, pontuou. Integrante do núcleo de Comunicação divide espaço na equipe com Alessandra Orofino, Jorge Bittar e César Alvarez, que também integram a equipe de transição. O quarteto deverá apresentar um relatório técnico ao coordenador geral da equipe, Geraldo Alckmin (PSB), até o dia 30 de novembro e o parecer final no dia 10 de dezembro.

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História, identidade e esperança: Nicolau Júnior exalta trajetória do povo acreano

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Uma solenidade tradicional, com a presença de diversas autoridades e da população acreana, marcou a celebração dos 63 anos de emancipação política do Acre, neste domingo, 15. O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC), deputado estadual Nicolau Júnior compareceu ao ato que foi conduzido pelo governador do Estado, Gladson Cameli, no Calçadão da Gameleira em Rio Branco, e que contou com a presença de diversas autoridades. Em seu discurso o presidente do Poder Legislativo destacou o orgulho de ser acreano.

“Antes de ser presidente da Assembleia Legislativa, eu sou um cidadão acreano, essa é a minha identidade, e assim como cada um de vocês, sonho todos os dias com um Acre mais justo, mais desenvolvido, mais humano”.

Já o governador Gladson fez questão de mencionar os avanços, lembrar dos desafios que o Estado ainda tem e mencionou algumas das grandes personalidades acreanas que ajudaram a construir a história do Acre.

“Aqui, antes da chegada dos europeus, já viviam mais de uma dezena de povos indígenas, muitos dos quais nos deixaram sua genética, conhecimento e costumes. Somos parte dessa herança ancestral”, disse.

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A solenidade homenageou acreanos que com seu trabalho, por meio de suas histórias de vida, contribuíram para o desenvolvimento do estado. Eles receberam a mais alta honraria – a Ordem da Estrela do Acre. Foram eles: o ginecologista obstetra, Labib Murad; o Padra Mássimo Lombardi; o empresário Narciso Mendes; o empresário Aldenor Araújo da Silva; o reitor da Uninorte Ricardo Leite; Osmir de Albuquerque Lima; o empresário de Cruzeiro do Sul Adauto José Batista (in memorian); e o servidor público Messias dos Santos Paiva.

FONTE: ASCOM ALEAC

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