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Com superlotação, Educandário Santa Margarida faz bazar solidário para arcar com despesas de crianças

Bazar começou nesta terça-feira (29) e segue até dezembro ou até acabar o estoque. Preços de produtos são acima de R$ 150.

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Bazar tem colchão, sofá, cama, eletrodomésticos, cadeiras e outros móveis — Foto: Arquivo pessoal

Com 53 crianças instaladas no abrigo, a direção do Educandário Santa Margarida, em Rio Branco, começou nesta terça-feira (29) um bazar solidário de móveis e eletrodomésticos para ajudar nas despesas das crianças.

Os produtos estão disponíveis para venda das 8h às 17h na Rua Boa Vista, 820, bairro Vitória, próximo ao 3º Batalhão da Polícia Militar da capital acreana. Os preços são acima de R$ 150.

O bazar deve durar cerca de um mês ou até todo o estoque ser vendido. O coordenador do abrigo, Eduardo Vieira, contou que os valores arrecadados serão usados para contratar profissionais, comprar alimentação, medicações e ajudar com outras despesas.

“Estamos com mais de 50 crianças nesse momento, então, a superlotação aumenta muito nossas despesas e estamos fazendo isso para cobrir essas despesas”, explicou.

Vieira falou que a capacidade do abrigo é para 32 crianças. Contudo, ele disse que a direção está acostumada a trabalhar com 40 crianças.

“São móveis que recebemos que tiveram algum arranhão, colchão que manchou durante a viagem. São móveis com pequenas avarias, a gente recupera e colocamos à venda. Tem muito colchão, sofá, guarda-roupa, tanquinho, ventiladores e algumas coisas de decoração”, elencou.

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Governo do Acre providencia apoio às terras indígenas afetadas pelas cheias dos rios em Tarauacá e Vale do Juruá

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As fortes chuvas que atingem o Acre nos últimos dias provocaram o transbordamento de rios em todo o Vale do Juruá e Tarauacá, impactando diretamente comunidades ribeirinhas e diversas terras indígenas. Diante da situação, o governo do Acre mobilizou neste sábado, 25, uma força-tarefa para prestar assistência emergencial às populações afetadas, com atuação integrada da Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas (Sepi), Defesa Civil Estadual, Secretaria de Estado de Assistência Social (SEASDH) e Corpo de Bombeiros.

Na Terra Indígena do Rio Gregório, em Tarauacá, todas as 18 aldeias dos povos Yawanawa e Noke Ko’í foram atingidas pela alagação. A cheia comprometeu roçados, criações de animais, sistemas de energia solar e o acesso à água potável. Também há registros de impactos em aldeias dos povos Shawãdawa e Apolima Arara, no Vale do Juruá.

Estado vai garantir todo o apoio necessário. Foto: cedida

Desde que tomou conhecimento da gravidade da situação, a governadora Mailza Assis determinou o envio imediato de apoio às regiões atingidas. Equipes da Defesa Civil Estadual já estão em campo, especialmente no rio Gregório, realizando levantamentos técnicos e coordenando as primeiras ações de apoio humanitário.

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“Determinamos que toda a ajuda necessária chegue às terras indígenas afetadas e ribeirinhos, com apoio humanitário e ações integradas para atender as comunidades neste momento”, afirmou.

Diante dos impactos severos da cheia nas terras indígenas, a secretária extraordinária de Povos Indígenas, Francisca Arara, intensificou o acompanhamento dos povos afetados.

“Desde o primeiro momento em que a governadora Mailza ficou sabendo da situação, ela já entrou em contato conosco para prestar todo  apoio necessário. Estamos acompanhando a situação diretamente junto às lideranças das terras indígenas, buscando informações atualizadas sobre os impactos da cheia. Já solicitamos à Defesa Civil o envio de equipes para fazer o levantamento dos danos, como perdas na produção, nos criatórios, nos sistemas de energia solar e no acesso à comunicação. É um momento de muita preocupação e de trabalho intenso, mas seguimos mobilizados para garantir o apoio necessário às comunidades afetadas”, destacou.

Centenas de famílias foram atingidas pela cheia. Foto: cedida

Além disso, a SEASDH organiza o envio de cestas básicas, itens de primeira necessidade e apoio às famílias desalojadas. O Corpo de Bombeiros Militar também participa das operações, auxiliando no resgate, transporte e suporte às comunidades isoladas.

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De acordo com órgãos de monitoramento, o volume de chuvas em abril está acima da média, com registros expressivos em cidades como Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. A previsão indica continuidade das precipitações, o que mantém o alerta para novas elevações no nível dos rios, incluindo o Juruá, que pode atingir a cota de transbordamento nos próximos dias.

O governo do Acre segue em estado de atenção, reforçando o monitoramento e ampliando as ações de apoio às populações afetadas, com prioridade para as comunidades mais vulneráveis.

Fonte: Governo AC

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