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Saúde recomenda os cuidados para evitar covid-19 nas festas de fim de ano

A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra a covid-19.

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A Sesacre reforça a informação de que vacinar-se continua sendo a principal medida de proteção. Foto: cedida

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde do Acre, alerta para os cuidados que devem ser mantidos pela população, durante as festas de fim de ano, para reduzir os riscos de contágio pela covid-19 e outras doenças respiratórias, como a gripe. Segundo a secretária de Estado de Saúde, Paula Mariano, a vacinação continua sendo a principal medida de proteção.

“Os cuidados com aqueles que pertencem ao chamado grupo de risco, como idosos, pessoas com comorbidade e imunossuprimidos, devem ser redobrados. É primordial que todos os presentes nas festividades de fim de ano estejam vacinados”, afirma.

A vacina infantil contra a covid-19 está disponível nas unidades de saúde para bebês prematuros extremos e crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias, com ou sem comorbidades, assim como para as crianças de 3 a 11 anos.

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) no Acre, Renata Quiles, qualquer pessoa com 12 anos ou mais pode tomar a 1ª, 2ª e 3ª dose da vacina, respeitando o intervalo entre as doses.

Renata Quiles, coordenadora estadual de Imunizações, pede que população se vacine. Foto: Diego Gurgel/Secom

“A 4ª dose é destinada aos maiores de 18 anos que tenham recebido as três doses da vacina. O intervalo é também de quatro meses entre as aplicações. Já as pessoas imunocomprometidas com 18 anos ou mais podem tomar a 5ª dose. A vacina contra a gripe continua disponível para toda a população a partir dos 6 meses de idade”, salientou Renata Quiles.

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O ideal é completar o esquema vacinal da covid-19 com antecedência de, ao menos, 14 dias antes dos encontros e eventos. “Outras medidas, como dar preferência para espaços abertos e ventilados, higienizar as mãos com álcool em gel ou água e sabão também são importantes”, explicou, ressaltando que aqueles que apresentarem sintomas de covid-19, ainda que leves, devem evitar estar presentes nas festividades.

“Recomendamos às pessoas com sintomas da doença ou que tiveram contato com alguém que testou positivo há quatro ou cinco dias que realizem o teste nas unidades de saúde”, completou Renata Quiles.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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