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Queda nos preços do tomate no atacado paulista preocupa produtores

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Preços caem com força em São Paulo

Segundo levantamento da equipe Hortifrúti/Cepea, na última semana (25 a 29/08), o preço médio da caixa de tomate salada 3A no atacado de São Paulo registrou forte queda de 19,3%, passando para R$ 57. Em Campinas (SP), a baixa foi menor, de 11,3%, com a caixa chegando a R$ 82.

Estabilidade nos outros estados

Nos mercados atacadistas do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte (MG), os preços se mantiveram relativamente estáveis, com a caixa sendo comercializada a R$ 73 e R$ 60, respectivamente.

Fatores que pressionam os preços

Colaboradores do Hortifrúti/Cepea apontam que a forte queda se deve à maior produtividade das lavouras aliada às temperaturas elevadas, que aumentam a oferta do produto no mercado.

Perspectivas para setembro

Para o mês de setembro, a expectativa é que, com o fim da colheita de tomates tardios, a disponibilidade do fruto fique mais controlada, podendo estabilizar os preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil

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O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.

O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.

Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.

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O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.

Fonte: Pensar Agro

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