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Inscrições abertas para o CONACREDI Awards: premiação reconhece excelência no crédito agro

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O CONACREDI, maior Congresso Nacional de Crédito no Agronegócio, abriu as inscrições para a 3ª edição do CONACREDI Awards, principal premiação brasileira voltada a profissionais de crédito, cobrança e operações estruturadas no setor agro.

O prêmio reconhece projetos avaliados por especialistas, sem depender de sorteios ou votações públicas, garantindo uma análise técnica rigorosa. As categorias contempladas nesta edição são: Indústria, Usina e Trading; Revendas; Cooperativas; e AgFintechs.

Quem pode participar e critérios de inscrição

Para concorrer, os profissionais devem:

  • Estar atuando na área de crédito agro;
  • Ter desenvolvido um projeto já validado;
  • Estar inscrito no CONACREDI 2025 e inscrever o projeto especificamente para o prêmio;
  • Pertencer a um dos setores contemplados: Indústria, Usina, Trading, Revenda, Cooperativa, AgTechs ou AgFintechs.

A cerimônia de premiação será realizada durante o CONACREDI 2025, nos dias 12 e 13 de novembro.

Incentivo à inovação e valorização do setor

Criado para valorizar a excelência e estimular a inovação, o CONACREDI Awards reforça o compromisso do congresso com o fortalecimento do crédito agro.

“Queremos ser uma fonte de informação e inspiração para todos os profissionais que atuam no mercado de concessão de crédito para produtores rurais”, afirma Mayra Delfino, CEO do CONACREDI.

Crescimento do agronegócio aumenta relevância do prêmio

O agronegócio brasileiro representa 24,8% do PIB em 2024, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), evidenciando a importância estratégica do setor. Nesse contexto, a profissionalização em crédito, cobrança, análise de risco, compliance, governança e ESG se torna ainda mais essencial.

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Além disso, a expansão de soluções financeiras inovadoras e o crescimento das agfintechs destacam a necessidade de reconhecimento de práticas que tragam eficiência e inovação ao mercado.

Divulgação e conteúdo complementar

O anúncio oficial do CONACREDI Awards foi feito durante o lançamento do PODCRED, podcast oficial do congresso. Com episódios semanais transmitidos ao vivo às terças-feiras, às 17h, pelo LinkedIn, YouTube e Instagram, o programa promove debates sobre gestão, inovação, compliance e tendências do crédito agro, reunindo especialistas e líderes do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 preocupa setor suinícola e pode elevar custos de produção, alerta presidente da ACCS

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A proposta de substituição da escala de trabalho 6×1 pelo modelo 5×2 continua gerando debates entre representantes do setor produtivo brasileiro. No agronegócio, especialmente nas cadeias ligadas à produção animal, a medida é vista com preocupação devido à necessidade de operações contínuas ao longo de todo o ano.

O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, avalia que a alteração poderá gerar impactos significativos nos custos operacionais das empresas, afetando diretamente a competitividade da produção nacional.

Segundo o dirigente, atividades como a suinocultura, que exigem monitoramento permanente dos animais, manejo diário e funcionamento ininterrupto das estruturas produtivas, enfrentariam desafios adicionais para adequar suas equipes ao novo regime de trabalho.

Produção animal exige operação contínua

A preocupação do setor está relacionada à necessidade de manter a mesma capacidade operacional em atividades que funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana.

Na avaliação da ACCS, a redução da jornada exigiria a contratação de novos trabalhadores para suprir a demanda de horas produtivas, elevando despesas com salários, encargos trabalhistas e gestão de pessoal.

Para os produtores, especialmente os de menor porte, o aumento dos custos poderá representar uma pressão adicional em um cenário já marcado por margens reduzidas e elevada volatilidade dos custos de produção.

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Possível impacto nos preços ao consumidor

De acordo com Losivanio, parte dos custos adicionais gerados pela nova configuração trabalhista tende a ser incorporada ao preço final dos produtos.

O dirigente argumenta que o aumento das despesas operacionais poderá atingir diversos segmentos da economia, incluindo a cadeia de proteínas animais, influenciando os preços pagos pelos consumidores.

A avaliação do setor é que qualquer alteração estrutural no mercado de trabalho precisa considerar os impactos sobre a competitividade das empresas e sobre a sustentabilidade financeira das atividades produtivas.

Mercado de trabalho também está no centro do debate

Outro ponto destacado pelo presidente da ACCS refere-se aos possíveis reflexos da medida sobre o mercado de trabalho.

Segundo ele, embora a redução da jornada possa ampliar o tempo livre dos trabalhadores, eventuais aumentos no custo de vida decorrentes do encarecimento dos produtos poderiam reduzir o poder de compra das famílias.

O dirigente também avalia que empresas poderão buscar novas formas de adequar suas estruturas de custos, o que poderá influenciar futuras contratações e políticas salariais em alguns setores.

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Competitividade internacional preocupa setor produtivo

A ACCS também demonstra preocupação com a competitividade do Brasil diante de países vizinhos que vêm implementando políticas voltadas à atração de investimentos.

Na visão da entidade, fatores como carga tributária, legislação trabalhista, custos operacionais e segurança jurídica influenciam diretamente as decisões empresariais sobre expansão, investimentos e geração de empregos.

Para o setor produtivo, a manutenção de um ambiente competitivo é considerada fundamental para preservar a capacidade de crescimento da indústria e do agronegócio brasileiro nos próximos anos.

Debate sobre jornada segue em pauta

A discussão sobre mudanças na jornada de trabalho envolve diferentes setores da sociedade e reúne argumentos relacionados à qualidade de vida dos trabalhadores, produtividade, geração de empregos e competitividade econômica.

No agronegócio, entidades representativas defendem que qualquer alteração nas regras trabalhistas considere as particularidades das atividades rurais e das cadeias de produção animal, que demandam operação contínua e planejamento de longo prazo.

Enquanto o debate avança no cenário político e econômico, produtores, indústrias e trabalhadores acompanham atentamente os possíveis desdobramentos da proposta e seus impactos sobre a economia brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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