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Comissão aprova projeto que incentiva hortas escolares e coletivas

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que articula a educação ambiental com a educação alimentar, por meio da criação de hortas escolares e coletivas. O texto altera a Lei da Política Nacional de Educação Ambiental.

A comissão aprovou o parecer do relator, deputado Pastor Gil (PL-MA), para o Projeto de Lei 4075/24, da deputada Fernanda Pessoa (União-CE), e um apensado. O relator unificou as duas propostas em um substitutivo, que determina:

  • o fomento à articulação entre educação ambiental e alimentar como objetivo fundamental da educação ambiental;
  • a criação de hortas escolares como foco de atuação das escolas, inseridas nas atividades de estudos, pesquisas e experimentações; e
  • a inclusão dessas ações na Campanha Junho Verde, para fomentar práticas que articulem a sustentabilidade socioambiental a hábitos alimentares saudáveis, por meio da disseminação de hortas coletivas.

“A criação de hortas escolares já faz parte das atividades vinculadas à educação ambiental, sendo a sustentabilidade um dos seus princípios básicos”, disse Pastor Gil. “Cabe ao poder público local implementar tais projetos”, ressaltou ele.

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A deputada Fernanda Pessoa, autora da proposta original, explica que “essas hortas deverão aliar educação, alimentação saudável e desenvolvimento sustentável, formando uma geração consciente sobre a própria saúde e o meio ambiente”.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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Relator recomenda suspensão de mandato de deputados envolvidos em ocupação do Plenário

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O deputado Moses Rodrigues (União-CE) apresentou nesta terça-feira (28), no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, parecer em que recomenda a suspensão, pelo período de dois meses, do mandato dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Zé Trovão (PL-SC). Eles são acusados pela Mesa Diretora de tentar impedir o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de assumir o controle do Plenário durante ocupação de deputados da oposição em agosto de 2025, em protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e pela votação da anistia a atos do 8 de Janeiro.

“Esta Casa deve impor reprimenda severa, para que fique claro que este Parlamento não tolera o cometimento de infrações dessa natureza”, defendeu Moses Rodrigues. “Não se pode admitir que um grupo de parlamentares, qualquer que seja sua ideologia política, tente impor a pauta de seu interesse mediante chantagem pela ocupação física dos espaços de deliberação.”

Ofensas
Já o deputado Ricardo Maia (MDB-BA) apresentou relatório em que recomenda a suspensão do mandato de Marcos Pollon por 90 dias. Em outra representação da Mesa Diretora, Marcos Pollon é acusado de proferir ofensas de caráter pessoal contra o presidente Hugo Motta, também durante a ocupação do Plenário.

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O líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), pediu vista dos relatórios, que devem ser analisados apenas na semana que vem.

Nesta quarta-feira (29), o Conselho de Ética vai sortear os relatores de nove representações encaminhadas neste ano contra diversos deputados.

Veja aqui os nomes e as representações.

Reportagem – Francisco Brandão
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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