AGRONEGÓCIO
Ibraoliva Promove Encontro Binacional de Olivicultura em Bagé para Fortalecer Troca de Experiências
AGRONEGÓCIO
Olivicultura Ganha Espaço no Bioma Pampa
A olivicultura tem se consolidado como uma atividade estratégica no Bioma Pampa, contribuindo para o desenvolvimento sustentável, inovação no campo e valorização da produção regional. Nesse contexto, serão realizados, de 4 a 6 de dezembro de 2025, o 1° Encontro Binacional de Olivicultura do Bioma Pampa e o 6° Encontro Estadual de Olivicultura, reunindo produtores, pesquisadores, técnicos, estudantes e entusiastas do setor.
Integração Brasil-Uruguai e Troca de Conhecimentos
O evento visa fortalecer a integração entre Brasil e Uruguai, promovendo a troca de experiências sobre manejo de olivais, produção de azeites de alta qualidade e oportunidades econômicas e culturais da olivicultura. A programação incluirá:
- Palestras técnicas
- Painéis de debate
- Visitas técnicas
- Temas como inovação tecnológica, qualidade de azeites, mercado consumidor, políticas públicas e estratégias para expansão sustentável
Participação de Autoridades e Especialistas
Durante a 48ª Expointer, os ministros da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, e do Uruguai, Alfredo Fratti, receberam pessoalmente os convites para o evento.
O presidente do Ibraoliva, Flávio Obino Filho, destacou o foco em conhecimento técnico e pesquisa:
“Teremos debates entre técnicos e produtores dos dois países, com convidados da Argentina e do Chile, para analisar os acertos e erros dessa cultura emergente no Brasil e no Uruguai. O objetivo é olhar para o futuro e investir em cultivares adaptadas aos nossos países.”
Iniciativa Conjunta para Fortalecer o Setor
O encontro é uma iniciativa da prefeitura de Bagé, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) e da Asociacón Olivicola Uruguaya (Asolur), buscando consolidar a olivicultura como um setor estratégico e sustentável na região do Pampa.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%
Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.
O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.
Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.
A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.
O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.
As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç
Fonte: Pensar Agro
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