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Pimentão Raquel F1 se destaca no Brasil com produtividade e qualidade superiores
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O pimentão segue como uma das hortaliças mais importantes do Brasil, com produção estimada em 1,9 milhão de toneladas em 2023, cultivadas em aproximadamente 208 mil hectares. Os principais estados produtores são Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro, com forte participação da agricultura familiar em grande parte da produção.
Raquel F1: produtividade e qualidade para campo aberto
O pimentão híbrido Raquel F1, da linha Topseed Premium, surge como alternativa para produtores que buscam alto rendimento e frutos de qualidade superior. Indicado para plantio em campo aberto, o híbrido combina características valorizadas em diferentes regiões:
- Excelente enfolhamento, garantindo proteção natural contra queimaduras solares;
- Sanidade da planta, mesmo em períodos chuvosos;
- Pegamento uniforme de frutos, principalmente nas primeiras colheitas;
- Frutos grandes e pesados, com parede espessa, aumentando o rendimento e prolongando a vida útil pós-colheita.
Especialista destaca desempenho consistente
Segundo Thiago Teodoro, especialista em tomates e pimentões, o Raquel F1 alia precocidade, frutos graúdos e padronização durante todo o ciclo. Ele afirma:
“O pimentão Raquel F1 é uma opção consolidada para campo aberto que atende tanto produtores quanto consumidores, oferecendo rentabilidade e resultados uniformes do início ao fim do ciclo.”
Topseed Premium reforça presença estratégica no mercado
Combinando desempenho agronômico e qualidade comercial, o pimentão Raquel F1 consolida a posição da Topseed Premium como parceira estratégica dos produtores de hortaliças em todo o país, contribuindo para produtividade elevada e produtos de alta qualidade no mercado brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027
A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.
O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.
O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.
Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.
Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.
Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.
Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.
Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.
Fonte: Pensar Agro
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