RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Café recua mais de 2% nesta terça-feira em movimento de realização de lucros

Publicados

AGRONEGÓCIO

Após registrarem fortes ganhos na sessão anterior, os preços do café operavam em queda na manhã desta terça-feira (23), refletindo movimentos de realização de lucros e ajustes técnicos nas bolsas internacionais. O mercado cafeeiro segue volátil, com tendência de devolver parte dos ganhos recentes.

Segundo Felipe Fabbri, consultor da Scot Consultoria, o cenário de oferta ajustada e as condições climáticas adversas, que impactaram a produção — principalmente do café arábica —, continuam sustentando os preços futuros.

Perspectivas para o médio prazo

Fabbri ressalta que, com a aproximação do outono e inverno no hemisfério Norte, a demanda por exportação tende a aumentar até o fim do ano, colaborando para a manutenção de preços firmes. “Dependendo do clima e da oferta no Brasil e em outros países produtores, o mercado poderá ganhar maior tração”, afirmou.

Quedas registradas nos principais contratos

Perto das 9h40 (horário de Brasília), os contratos de café arábica apresentavam:

  • Dezembro/25: 362,35 cents/lbp, recuo de 500 pontos
  • Março/26: 344,35 cents/lbp, queda de 355 pontos
  • Maio/26: 331,35 cents/lbp, baixa de 260 pontos
Leia Também:  Produtores de azeite do RS vendem safra 2026 com preço unificado na abertura da colheita

O café robusta também registrava perdas significativas:

  • Novembro/25: US$ 4.163/tonelada, recuo de US$ 117
  • Janeiro/26: US$ 4.115/tonelada, queda de US$ 113
  • Março/26: US$ 4.059/tonelada, baixa de US$ 104
Mercado segue monitorando fatores climáticos e oferta

A volatilidade nos preços reflete não apenas a realização de lucros, mas também a atenção dos traders às condições climáticas no Brasil e nos principais países produtores, que podem afetar a oferta e o ritmo das exportações nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

Publicados

em

Por

O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

Leia Também:  Produtores de azeite do RS vendem safra 2026 com preço unificado na abertura da colheita
Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

Leia Também:  Carreta Agro pelo Brasil inicia roteiro em Santa Catarina com evento da Cooperja em Jacinto Machado

Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA