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Última chance para inscrições no Milk Summit Brazil 2025, evento que conecta produtores e especialistas do setor lácteo

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O Milk Summit Brazil 2025 entra na reta final para inscrições. O prazo termina no dia 10 de outubro e as vagas podem ser garantidas pelo site Sympla. A entrada será solidária: cada participante deve doar 1 kg de alimento não perecível, enquanto a organização adicionará 2 litros de leite por inscrição. Todo o material arrecadado será destinado a entidades sociais.

Evento ocorre em Ijuí nos dias 14 e 15 de outubro

A primeira edição do evento será realizada nos dias 14 e 15 de outubro, em Ijuí (RS), no Parque de Exposições Wanderley Burmann, como parte da programação da Expofest. A programação completa está disponível no site oficial www.milksummitbrazil.com.

O encontro reunirá produtores, cooperativas, indústrias e especialistas para debater quatro eixos estratégicos: competitividade, consumo, sustentabilidade e inovação. Entre os participantes confirmados estão representantes da Embrapa, Emater, Milkpoint, Tetra Pak, Senar, Ciepel, Fetag, Letti A², além de produtores, indústrias de laticínios e lideranças cooperativistas do Rio Grande do Sul.

Objetivo: fortalecer conhecimento e gerar conexões no setor leiteiro

Segundo Darlan Palharini, coordenador do evento e secretário-executivo do Sindilat, a iniciativa visa fomentar conhecimento e criar conexões estratégicas para o setor.

“O leite é um motor da economia gaúcha, presente em praticamente todo o território, gerando emprego, renda e contribuindo para o crescimento social e econômico do Estado”, afirma Palharini.

A escolha de Ijuí valoriza a vocação da região noroeste do RS, maior fornecedora de leite cru para industrialização no estado. Dados da Emater indicam produção anual de 741,9 milhões de litros, provenientes de mais de 157 mil vacas leiteiras, gerando um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 2,03 bilhões.

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Realização e parceiros do Milk Summit Brazil 2025

O evento é promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do RS, pelo Sindilat/RS, pela Prefeitura de Ijuí, pela Emater/RS-Ascar, pela Suport D Leite e pela Impulsa Ijuí.

O Milk Summit conta com patrocínio de empresas como Sicredi, Sicoob, Laboratório Base, Launer Química, RIT Resfriadores, Tetra Pak Brasil, Senar, Grupo Piracanjuba, Laticínios Deale e SulPasto, reforçando a importância da inovação, sustentabilidade e valorização do leite brasileiro.

Entre os parceiros institucionais estão ExpoFest Ijuí 2025, Fecoagro, Fetag, Centro de Ciências Rurais da UFSM, Universidade de Passo Fundo, Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato, Hooks, Sebrae, Ministério da Agricultura, Ciepel e a Rede Leite, ampliando o alcance e a relevância do encontro para o setor lácteo nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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SindArroz-SC alerta que importação em cenário de superoferta ameaça mercado do arroz brasileiro

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O avanço das importações de arroz em um momento de ampla oferta interna preocupa o setor orizícola brasileiro. Para o Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina, a entrada adicional do grão em um cenário de produção suficiente para abastecer o mercado nacional pode comprometer o escoamento da safra brasileira e ampliar os prejuízos ao produtor e à indústria.

A entidade defende que as decisões relacionadas à importação sejam baseadas em critérios técnicos e planejamento estratégico de longo prazo, evitando desequilíbrios em períodos de superoferta.

Brasil mantém autossuficiência na produção de arroz

Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária apontam que o Brasil lidera a produção de arroz no Mercosul e responde sozinho por 37,4% de toda a produção de arroz da América Latina e Caribe na safra 2024/25.

No ciclo atual, a produção brasileira alcançou 10,6 milhões de toneladas, volume suficiente para atender o consumo interno, estimado em cerca de 10,5 milhões de toneladas anuais.

Além de ocupar a liderança regional em área colhida, o país também se destaca pela produtividade das lavouras, consolidando sua posição como principal produtor de arroz da região.

Superoferta pressiona preços e reduz rentabilidade do setor

Segundo o presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli, a importação em períodos de elevada oferta interna aumenta a pressão sobre os preços e prejudica a competitividade da cadeia produtiva nacional.

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De acordo com a entidade, produtores e indústrias brasileiras enfrentam custos tributários e operacionais superiores aos praticados por concorrentes estrangeiros, o que dificulta a disputa de mercado em momentos de excesso de oferta.

O setor afirma que esse cenário pode provocar descapitalização de produtores e indústrias, comprometendo investimentos e reduzindo a capacidade financeira da cadeia orizícola para as próximas safras.

Importação segue necessária em situações excepcionais

Apesar das críticas ao aumento das importações em períodos de superoferta, o SindArroz-SC reconhece que a compra externa de arroz é importante em situações emergenciais, principalmente quando eventos climáticos extremos afetam regiões produtoras e colocam em risco o abastecimento nacional.

Nesses casos, a importação atua como instrumento de equilíbrio do mercado e de garantia da segurança alimentar da população.

Para a entidade, o desafio está em construir mecanismos de gestão que permitam previsibilidade e equilíbrio entre oferta, demanda e abastecimento.

Planejamento integrado é apontado como solução

O sindicato defende a criação de um planejamento multi-institucional envolvendo produtores, indústrias, entidades representativas e órgãos públicos estaduais e federais.

A proposta é desenvolver estratégias que permitam ajustar a oferta de arroz ao consumo interno, evitando tanto a superoferta quanto a escassez do produto no mercado brasileiro.

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Segundo Rampinelli, oscilações extremas prejudicam toda a cadeia produtiva.

“Quando há excesso de oferta, o produtor perde renda e compromete a próxima safra. Já em períodos de escassez, o consumidor enfrenta preços elevados e dificuldade de acesso ao alimento”, afirma.

Diversificação agrícola ganha força no debate

Além do controle equilibrado das importações, o SindArroz-SC também defende políticas de incentivo à diversificação das culturas agrícolas.

A entidade sugere que o Companhia Nacional de Abastecimento utilize dados de produção e consumo para orientar o planejamento agrícola nacional e estimular o remanejamento de áreas para outras culturas estratégicas.

Segundo o sindicato, programas de subsídios e incentivos poderiam ajudar produtores a diversificar a produção, reduzindo riscos econômicos, evitando excedentes e fortalecendo a segurança alimentar do país.

O objetivo, segundo a entidade, é construir um modelo mais equilibrado para o setor, garantindo renda ao produtor, estabilidade ao mercado e oferta regular de alimentos ao consumidor brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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