AGRONEGÓCIO
Ceva lança CIRBLOC® M Hyo: nova vacina combinada para suínos oferece proteção e praticidade
AGRONEGÓCIO
A Ceva Saúde Animal apresenta a CIRBLOC® M Hyo, vacina combinada que protege contra duas das principais doenças respiratórias na suinocultura: circovírus suíno tipo 2 (PCV2) e Mycoplasma hyopneumoniae (Mhyo). Administrada em dose única no desmame, a solução oferece praticidade no manejo, redução do estresse animal e proteção prolongada entre 6 e 26 semanas de idade, cobrindo todas as fases críticas do ciclo produtivo.
Inovação baseada em décadas de pesquisa
A nova formulação une a eficácia já comprovada da cepa de Hyogen® contra Mhyo, reconhecida por reduzir significativamente lesões pulmonares em suínos no abate, com um antígeno PCV2d de última geração, atualmente o genótipo mais prevalente nas populações suínas. Segundo Felipe Betiolo, gerente de marketing e produtos da Unidade de Suínos da Ceva, a combinação oferece proteção abrangente contra o Complexo de Doenças Respiratórias Suínas (PRDC), impactando diretamente a saúde e a lucratividade das granjas.
Diferenciais da CIRBLOC® M Hyo
Entre os principais destaques da vacina está o formato RTU (Ready To Use), que dispensa misturas antes da aplicação, facilitando o manejo e reduzindo a necessidade de mão de obra. A aplicação em dose única minimiza o estresse dos animais e garante cobertura durante as fases críticas do ciclo produtivo.
Resultados científicos comprovam eficácia
Estudos experimentais demonstraram que a CIRBLOC® M Hyo promove soroconversão precoce e consistente, reduz quase totalmente a viremia, elimina a excreção viral fecal e diminui a ocorrência de tosse e a extensão das lesões pulmonares (Trampe et al., 2025). Outra pesquisa mostrou que a proteção é evidente já duas semanas após a vacinação e se mantém até 23 semanas, com proteção cruzada contra os genótipos PCV2 a, b e d, e reduções de até 100.000 vezes nas cargas virais em órgãos-alvo (Krejci et al., 2025).
Ensaios de campo confirmam benefícios produtivos
Ensaios realizados em granjas comprovaram a eficácia da vacina, mostrando redução significativa da viremia e das cargas virais de PCV2, diminuição de lesões pulmonares associadas ao Mhyo e melhora consistente no ganho de peso diário (GPD), mesmo em condições de alta pressão sanitária. O impacto econômico também foi relevante, com retorno médio de até R$50,60 por suíno (€7,15), destacando a importância da vacina tanto do ponto de vista sanitário quanto produtivo.
Compromisso com a saúde e produtividade na suinocultura
Com a CIRBLOC® M Hyo, a Ceva reforça seu papel como parceira estratégica do setor, oferecendo conveniência e eficácia comprovada. A vacina conecta décadas de pesquisa à prática, promovendo saúde respiratória, bem-estar animal e resultados econômicos consistentes para os produtores.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.
A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.
Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.
No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.
A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.
Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.
Isan Rezende, presidente do IA
A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.
Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.
“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.
Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.
“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.
Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.
“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.
Fonte: Pensar Agro
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