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Cuidados essenciais com cercas rurais durante estiagem e períodos de seca

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O período de estiagem, comum no semiárido brasileiro, exige atenção redobrada na manutenção e planejamento do cercamento em propriedades rurais. Estruturas bem projetadas e resistentes aumentam a durabilidade das cercas e ajudam a proteger áreas produtivas contra incêndios e outros riscos associados à seca.

Estiagem e aumento de focos de incêndio

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram registrados 47.531 focos de queimada no Brasil em 2025, com destaque para o Cerrado, que concentra 47,9% dos casos, e o Mato Grosso como o estado mais afetado.

“A temporada de queimadas fica mais intensa entre agosto e outubro, devido ao pico da seca. Durante esse período, incêndios podem atingir propriedades rurais tanto por propagação natural quanto por ações humanas, como fogueiras mal apagadas, queima de lixo e pontas de cigarro”, alerta Vanessa Amorim, analista de mercado agro da Belgo Arames.

Medidas preventivas para proteger a propriedade

A prevenção é essencial para limitar os danos. Entre as ações recomendadas estão:

  • Criação de aceiros, faixas limpas de vegetação que retardam a propagação do fogo.
  • Garantia de disponibilidade de água para combate imediato a focos de incêndio.
  • Manejo de pastagens evitando acúmulo de material combustível próximo às cercas e divisas.
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Impacto do fogo e da seca no cercamento

As cercas de arame são vulneráveis a incêndios e calor intenso. Fios queimados perdem a galvanização, reduzindo a resistência à corrosão, enquanto postes e esticadores podem deformar e enfraquecer.

“Manter aceiros limpos, usar arames de qualidade e realizar vistorias regulares são medidas fundamentais para prevenir danos e corrigir pontos afetados após incêndios”, explica Vanessa Amorim.

Soluções Belgo Arames para alta durabilidade

A Belgo Arames oferece produtos projetados para suportar condições severas e proteger o patrimônio rural:

  • Arame liso ovalado Belgo ZZ-700 Bezinal: alta resistência à corrosão e intempéries.
  • Arame farpado Motto: galvanização pesada que prolonga a vida útil.
  • Telas Belgo Javaporco: segurança reforçada e menor necessidade de manutenção após secas.
  • Acessórios de fixação e grampos galvanizados: manutenção da performance da cerca por mais tempo.
Planejamento estratégico e segurança do rebanho

Estruturas bem planejadas protegem o patrimônio rural, reduzem perdas em caso de incêndio e aumentam a segurança do rebanho. O investimento em produtos de qualidade também contribui para o manejo eficiente da propriedade.

“A Belgo oferece tecnologia, suporte técnico e soluções que garantem produtividade e sustentabilidade no campo, lado a lado com o produtor rural”, reforça Vanessa Amorim.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço dos legumes sobe até 14,3% no Sudeste e lidera alta dos alimentos em maio, revela estudo

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As temperaturas mais baixas registradas em maio impactaram a produção agrícola e provocaram forte alta nos preços das hortaliças em todo o Brasil. Levantamento da Neogrid mostra que os legumes lideraram a inflação dos alimentos no mês, com avanço médio de 15,1% no país e de 14,3% na Região Sudeste, refletindo os efeitos da sazonalidade e da menor oferta de produtos.

O estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões” aponta que o preço médio da categoria passou de R$ 6,89 para R$ 7,93 entre abril e maio, consolidando os legumes como o principal responsável pela pressão sobre o orçamento das famílias.

Clima mais frio reduz oferta de hortaliças

Segundo Marcelo Alves, gerente executivo de Dados da Neogrid, as condições climáticas exerceram influência direta sobre o comportamento dos preços.

De acordo com o especialista, o frio reduz a produtividade e desacelera o desenvolvimento de diversas culturas, diminuindo a disponibilidade de produtos no mercado e elevando os preços ao consumidor.

Além dos impactos na produção, Alves destaca que uma gestão mais eficiente da cadeia de abastecimento torna-se ainda mais importante em períodos de maior volatilidade.

Segundo ele, ferramentas de previsão de demanda e maior visibilidade dos estoques ajudam supermercados e distribuidores a realizar reposições mais precisas, reduzindo perdas, desperdícios e rupturas no abastecimento.

Leite em pó e feijão também registram alta

Além dos legumes, outras categorias importantes da cesta de consumo apresentaram aumento de preços em maio.

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O leite em pó registrou alta de 9%, passando de R$ 40,47 para R$ 44,10. O feijão avançou 5%, enquanto o molho de tomate teve elevação de 3,3% e a água mineral subiu 3,5% no período.

Os resultados reforçam a pressão exercida por produtos básicos sobre a inflação dos alimentos.

Ovos, café, óleo de soja e carne suína ficam mais baratos

Em contrapartida, algumas categorias contribuíram para aliviar os gastos das famílias.

Os ovos apresentaram a maior redução do mês, com queda de 6,5%, fazendo o preço médio por unidade recuar de R$ 0,97 para R$ 0,90.

Também registraram redução de preços:

  • Massas alimentícias secas: -3,0%;
  • Café em pó e em grãos: -2,5%;
  • Carne suína: -1,4%;
  • Açúcar: -1,1%;
  • Óleo de soja: -0,9%.

Entre esses produtos, o óleo de soja foi o único a apresentar queda em todas as regiões brasileiras.

Legumes acumulam alta de mais de 44% em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e maio de 2026, os legumes permanecem como a categoria com maior valorização no varejo alimentar.

Os preços avançaram 44,2% no período, passando de R$ 5,50 para R$ 7,93.

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Na sequência aparecem:

  • Feijão: 26,5%;
  • Leite UHT: 23,9%;
  • Carne bovina: 6%;
  • Ovos: 6%.

O levantamento evidencia como fatores climáticos continuam exercendo forte influência sobre os preços dos alimentos frescos.

El Niño pode ampliar volatilidade dos preços

Segundo a Neogrid, o mercado segue atento às projeções climáticas para os próximos meses, especialmente diante da possibilidade de consolidação do fenômeno El Niño.

Caso o aquecimento do Oceano Pacífico provoque alterações significativas no regime de chuvas e nas temperaturas, novas oscilações poderão atingir a produção agrícola, principalmente nas cadeias de hortifrútis e lácteos.

Nesse cenário, o fortalecimento da logística, do planejamento de estoques e da gestão da cadeia de abastecimento será fundamental para reduzir os impactos sobre o consumidor.

Sudeste registra maior pressão sobre hortaliças

Na Região Sudeste, os legumes lideraram as altas de preços em maio, com avanço de 14,3%.

Também apresentaram elevação:

  • Feijão: 6,3%;
  • Farinha de mandioca: 4,5%;
  • Leite em pó: 2,9%;
  • Molho de tomate: 2,7%.

Entre as maiores quedas registradas na região estão os ovos (-7,8%), massas alimentícias secas (-2,9%), café (-2,7%), óleo de soja (-2,7%) e leite UHT (-2,6%), amenizando parcialmente a pressão inflacionária sobre a cesta de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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