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Suinco conquista habilitação para exportar à África do Sul e fortalece presença global

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A Suinco, maior cooperativa processadora de carne suína de Minas Gerais, obteve habilitação oficial para exportar à África do Sul, marcando a chegada da empresa ao continente africano. Com a nova certificação, a cooperativa passa a atuar em três continentes — América do Sul, Ásia e África — consolidando sua presença no comércio internacional. A previsão é que a primeira remessa para o país africano ocorra nos próximos 90 dias.

Segundo Weber Vaz de Melo, diretor geral de operações da Suinco:

“A África do Sul é um parceiro estratégico do Brasil no âmbito dos BRICS e representa um mercado em expansão para proteína suína. Essa conquista amplia nosso posicionamento global e reforça a presença da Suinco no cenário internacional.”

Exportações em crescimento e Minas em destaque

Entre janeiro e junho de 2025, a cooperativa exportou mais de 1.213 toneladas de carne suína, movimentando cerca de US$ 3,34 milhões. No primeiro trimestre, o crescimento das exportações chegou a 300% em comparação ao mesmo período de 2024, impulsionado por mercados já habilitados, como Argentina, Uruguai, Hong Kong, Singapura, Cuba e Filipinas.

“Esses resultados refletem o trabalho de toda a cadeia produtiva da Suinco e nos dão confiança para avançar em novos mercados. A habilitação para a África do Sul chega em um momento de otimismo para o setor e reforça a presença de Minas no comércio internacional de proteína animal”, afirma Weber.

Perspectivas do setor de carne suína no Brasil

O avanço da cooperativa acompanha a projeção da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que estima que o Brasil exporte até 1,45 milhão de toneladas de carne suína em 2025, superando as 1,353 milhão de toneladas de 2024. A produção total deve alcançar 5,42 milhões de toneladas, consolidando o país como referência no mercado global de proteína suína.

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Estrutura, portfólio e sustentabilidade da Suinco

Com sede em Patos de Minas, a Suinco emprega cerca de 1.500 pessoas diretamente e gera quase 5 mil empregos indiretos. A cooperativa mantém investimentos constantes em tecnologia, capacitação de cooperados e práticas de sustentabilidade, além de expandir processos de automação, capacidade de abate e logística.

O portfólio da Suinco inclui cortes frescos e industrializados, atendendo tanto o mercado interno quanto as exigências dos países importadores, fortalecendo o protagonismo de Minas Gerais no agronegócio exportador.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de milho safrinha 2026 inicia no Paraná com expectativa de alta produtividade e grãos de qualidade

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As primeiras áreas de milho safrinha 2026 começam a ser colhidas nas regiões de atuação da Cocari no Paraná, trazendo perspectivas positivas para os produtores. Municípios como Itambé e Marialva já iniciam os trabalhos de retirada dos grãos, com lavouras apresentando bom desenvolvimento, qualidade e potencial produtivo.

Apesar dos desafios enfrentados durante o ciclo, como períodos de estiagem, altas temperaturas, pressão de pragas e ocorrência de doenças foliares, as condições climáticas posteriores e o manejo técnico adequado contribuíram para preservar o desempenho das lavouras.

Chuvas favoreceram recuperação das lavouras

Nas regiões conhecidas como Paraná Alto e Paraná Baixo, o milho apresentou evolução satisfatória ao longo do desenvolvimento vegetativo e reprodutivo.

Após um início marcado por déficit hídrico e temperaturas elevadas, as chuvas passaram a ocorrer de forma mais regular, permitindo a recuperação das áreas e sustentando o potencial produtivo da cultura.

O resultado é um cenário otimista para os produtores, que agora acompanham o avanço das colheitas com expectativa de bons rendimentos por hectare.

Manejo foi decisivo para controlar lagarta-do-cartucho

De acordo com técnicos da Cocari, uma das principais preocupações da safra foi a elevada pressão da lagarta-do-cartucho, considerada uma das pragas mais importantes da cultura do milho.

As condições climáticas do início da temporada favoreceram a infestação, exigindo monitoramento constante e aplicações criteriosas de defensivos para garantir eficiência no controle.

Com a regularização das chuvas e o crescimento acelerado das plantas, houve uma nova onda de infestação em diversas áreas. Nesse cenário, o acompanhamento técnico e as vistorias frequentes foram fundamentais para definir o momento correto das intervenções e evitar perdas produtivas.

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Doenças foliares exigiram atenção dos produtores

Outro desafio enfrentado durante a safra ocorreu no início de maio, quando o elevado volume de chuvas, associado à baixa incidência de luz solar, criou condições favoráveis ao desenvolvimento de doenças foliares.

Entre os principais problemas observados estiveram as manchas causadas por Bipolaris maydis e a cercosporiose, enfermidades capazes de comprometer o enchimento dos grãos e reduzir a produtividade.

Segundo os especialistas, os produtores que adotaram estratégias preventivas e seguiram as recomendações técnicas desde o início do ciclo obtiveram melhores resultados, com maior eficiência no controle fitossanitário e melhor conservação do potencial produtivo das lavouras.

Marialva registra cenário favorável para a colheita

Na região de Marialva, incluindo os distritos de Aquidaban e São Luiz, as perspectivas também são positivas.

As chuvas bem distribuídas ao longo do ciclo favoreceram o crescimento das plantas e o enchimento dos grãos. Além disso, a ausência de geadas e de outros eventos climáticos severos contribuiu para a manutenção das lavouras em boas condições.

As áreas apresentam bom vigor vegetativo, baixo índice de doenças e potencial elevado de produtividade, reforçando a expectativa de uma colheita acima da média.

Quebra de resistência da lagarta preocupa setor

Mesmo com o cenário favorável, técnicos observaram em algumas propriedades sinais de redução da eficiência de determinadas tecnologias Bt utilizadas no controle da lagarta-do-cartucho.

O fenômeno está relacionado ao processo de adaptação e quebra de resistência das populações da praga às proteínas inseticidas presentes em alguns híbridos.

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A situação reforça a importância do monitoramento contínuo das lavouras, da adoção correta das áreas de refúgio e da integração de diferentes estratégias de manejo para preservar a eficácia das tecnologias disponíveis.

Aquidaban terá colheita mais tardia

Na região de Aquidaban, a colheita ainda ocorre de forma pontual. As primeiras áreas foram colhidas no início de junho, mas a maior parte das lavouras deverá ser colhida nas próximas semanas.

O atraso está relacionado ao plantio realizado mais tarde nesta temporada. Ainda assim, a avaliação técnica aponta que a maioria das áreas apresenta bom potencial produtivo e perspectivas favoráveis para os produtores.

Campos Gerais concentram esforços nas culturas de inverno

Enquanto o milho safrinha entra em fase de colheita nas regiões Norte e Noroeste do Paraná, os produtores dos Campos Gerais mantêm o foco nas culturas de inverno.

Na região, o calendário agrícola prevê o plantio do milho apenas entre agosto e setembro. Neste momento, as atenções estão voltadas principalmente para o trigo, que inicia seu ciclo de desenvolvimento.

Safra caminha para resultados positivos

Com as primeiras colheitas confirmando boas produtividades e a maior parte das lavouras apresentando excelente potencial, a safra de milho safrinha 2026 nas regiões atendidas pela Cocari segue com perspectivas animadoras.

O desempenho observado até o momento reflete a combinação de condições climáticas favoráveis durante fases decisivas do ciclo, planejamento técnico, monitoramento constante e adoção de práticas de manejo que permitiram superar os desafios enfrentados ao longo da temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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