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Sesacre reforça importância da prevenção e da participação da população no combate à dengue
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Com a chegada do período de chuvas, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) reforça o alerta à população sobre a importância da prevenção e da colaboração de todos no enfrentamento ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O esforço conjunto entre poder público e comunidade é essencial para impedir que o inseto encontre locais propícios para se reproduzir.

De acordo com o levantamento mais recente do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial da Sesacre, o Acre registrou 8.391 casos prováveis de dengue até o fim de setembro. A maior concentração está entre pessoas de 20 a 34 anos, com predominância do sexo feminino (53,7%). Os municípios de Cruzeiro do Sul, Rio Branco e Tarauacá concentram a maior parte das notificações, enquanto Santa Rosa do Purus segue sem registros no período analisado.
“Os números chamam atenção, mas não são motivo para alarde. Eles reforçam a necessidade de intensificarmos as ações de prevenção, especialmente com o início das chuvas. A dengue é uma doença que pode ser evitada com atitudes simples dentro de casa, e a participação da população é essencial para mudar esse cenário”, ressalta o técnico do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial da Sesacre, Marcos Ferreira.
Ações de prevenção e colaboração comunitária
A Sesacre, em parceria com as secretarias municipais de saúde, mantém ações permanentes de vigilância epidemiológica, campanhas educativas e mutirões de limpeza, voltadas à eliminação de criadouros do mosquito. O objetivo é reduzir a circulação do vetor e conscientizar a população sobre os riscos de deixar água parada em recipientes domésticos.
Entre as medidas preventivas mais eficazes estão tampar caixas d’água e reservatórios, descartar corretamente o lixo, limpar calhas e quintais e evitar o acúmulo de objetos que possam armazenar água, como pneus, vasos de plantas e baldes. A orientação é que o cuidado seja contínuo, não apenas durante os períodos de maior incidência da doença.
“A população já sabe o que precisa ser feito para evitar a dengue, mas é fundamental colocar em prática. Com a chegada das chuvas, precisamos reforçar os cuidados dentro de casa, eliminando qualquer local que possa acumular água. O governo do Estado, por meio da Sesacre, e com apoio das prefeituras, está fazendo sua parte com ações de limpeza e orientação, mas o sucesso desse trabalho depende do engajamento de cada cidadão. Pequenas atitudes, como tampar reservatórios e manter o quintal limpo, fazem toda a diferença para proteger nossas famílias e salvar vidas”, destaca o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal.
Secretário pede um esforço da população para diminuir os índices. Foto: Ingrid Kelly/SecomIdentificação dos sintomas e atendimento pelo SUS
A dengue é uma doença viral que pode se manifestar de forma leve, moderada ou grave. Os sintomas mais comuns incluem febre alta repentina, dor no corpo e nas articulações, manchas avermelhadas na pele, dor atrás dos olhos, náuseas e cansaço. Nos casos de dengue com sinais de alarme, o paciente pode apresentar dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas e irritabilidade — situações que requerem atenção médica imediata.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento gratuito em todas as regiões do estado. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) são a porta de entrada para avaliação, diagnóstico e acompanhamento dos casos.
Nos quadros que demandam observação e hidratação, o paciente deve procurar Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais gerais, conforme a gravidade do quadro clínico.
Fonte: Governo AC
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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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