RIO BRANCO
Search
Close this search box.

POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate uso da protonterapia no tratamento de câncer

Publicados

POLÍTICA NACIONAL

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados promove audiência pública na próxima terça-feira (21) para discutir o uso da protonterapia no tratamento de câncer no Brasil. O debate será realizado às 9 horas, no plenário 7.

A protonterapia é uma forma avançada de terapia com radiação que utiliza feixe de prótons para destruir células cancerígenas com alta precisão, reduzindo danos aos tecidos saudáveis e os efeitos colaterais.

Para o deputado Paulo Folletto (PSB-ES), que solicitou a audiência, o tema é de grande relevância diante dos altos índices de mortalidade por câncer e do elevado custo das tecnologias de diagnóstico e tratamento da doença.

Folleto destaca que a protonterapia pode ser usada para tratar vários tipos de câncer, reduzir o tempo de tratamento e aumentar a probabilidade de cura.

“Apesar dessas vantagens, o Brasil ainda não possui centros de tratamento que utilizem a terapia. A técnica ainda é pouco conhecida pela população e por muitos profissionais de saúde”, afirma.

Leia Também:  Cuidar de si: política nacional do autocuidado pode virar lei

“Novas terapias mais eficazes, seguras e com menos efeitos colaterais são desejáveis para os pacientes. Por isso, considero essencial um debate mais aprofundado sobre o tema”, diz o deputado.

Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Paim pede ampliação do número de auditores fiscais do trabalho

Publicados

em

Por

O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (12), pediu a ampliação do quadro de auditores fiscais do trabalho. O parlamentar afirmou que o déficit de profissionais compromete a fiscalização da legislação trabalhista e as ações de combate ao trabalho escravo e infantil e de prevenção de acidentes.

Segundo Paim, o país possui cerca de 2,6 mil auditores para mais de 103 milhões de trabalhadores. Ele citou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para concluir que a cobertura da fiscalização brasileira está abaixo da registrada em países como Uruguai, Chile, Argentina e Colômbia.

— Sem auditores em campo, num país com profundas raízes escravistas, não há garantia de cumprimento da lei. Não há resgate de vidas vulneráveis. Não há redução do trabalho infantil. E não há prevenção real dos acidentes — disse.

O senador ressaltou que os auditores passaram a exercer novas atribuições nos últimos anos, entre elas a fiscalização da igualdade salarial entre homens e mulheres e de riscos psicossociais que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Para Paim, o aumento das responsabilidades deve ser acompanhado pelo reforço do quadro de profissionais.

Leia Também:  Câmara aprova em 2º turno a PEC que garante recursos mínimos para assistência social

Crescem os desafios, as demandas. O quadro de auditores no Brasil se mantém reduzido, tanto levando-se em conta a determinação da Convenção 81 da OIT, que tem status supralegal no ordenamento pátrio, quanto levando-se em conta outras comparações internacionais — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA