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Cocari oferece oportunidades em pulverizadores autopropelidos e drones para modernizar lavouras

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Pós-plantio: momento estratégico para pulverizações

Com a maior parte do plantio já concluída no Paraná, os produtores voltam sua atenção para a etapa de pulverizações, essencial para garantir o desenvolvimento saudável das lavouras.

Segundo Edivaldo Moreti, supervisor de Vendas de Máquinas da Cocari, este é o momento ideal para investir em equipamentos que aliam tecnologia e produtividade:

“Grande parte do plantio já foi feita, e agora é hora de realizar as pulverizações. A Cocari oferece pulverizadores autopropelidos e drones nos modelos T25 e T50 da DJI, com condições especiais. É uma excelente oportunidade para os produtores adotarem tecnologia de ponta no campo.”

Opções inovadoras para atender diferentes necessidades

A cooperativa oferece duas soluções principais para pulverização:

  • Pulverizadores autopropelidos: equipamentos robustos e eficientes, indicados para grandes áreas, garantindo rapidez e uniformidade no tratamento das lavouras.
  • Drones de pulverização: tecnologia avançada e prática, ideal para aplicações mais precisas e de menor escala, com modelos T25 e T50 disponíveis com condições especiais de aquisição.
Qualidade, suporte e parceria estratégica

Os pulverizadores disponíveis na Cocari são da marca Baldan, reconhecida pela qualidade e durabilidade de seus equipamentos.

“Os produtores que buscam maior eficiência têm à disposição máquinas de alto padrão, com todo o suporte necessário para otimizar o uso nas propriedades”, destaca Moreti.

A integração entre tecnologia de ponta e suporte técnico especializado é apontada como um diferencial fundamental para o sucesso da agricultura moderna, posicionando os pulverizadores autopropelidos da Baldan como uma ferramenta essencial para os cooperados.

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Como aproveitar as oportunidades

Produtores interessados em modernizar suas operações podem visitar uma das unidades da Cocari ou entrar em contato com o setor de máquinas da cooperativa para obter informações sobre preços, modelos e condições de financiamento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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