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Preços Agropecuários Avançam em Outubro, Impulsionados por Hortifrútis

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O Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/Cepea) registrou alta de 0,67% em outubro frente a setembro, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). O avanço foi impulsionado principalmente pelo expressivo aumento de 18,41% no grupo de hortifrutícolas, que compensou as retrações observadas nos grupos de grãos e pecuária.

Hortifrutícolas puxam avanço do IPPA

De acordo com o Cepea, o forte aumento nos preços dos hortifrutícolas foi determinante para o resultado positivo do índice geral. Enquanto isso, o IPPA-Grãos apresentou queda de 0,7%, e o IPPA-Pecuária recuou 0,17% no mesmo período.

O IPPA-Cana-Café, por sua vez, teve alta de 1,32%, contribuindo para amenizar o impacto das quedas nos outros segmentos.

Comparativo com o setor industrial

No mesmo mês, o IPA-OG-DI (Índice de Preços ao Produtor Amplo – Origem Global – Disponibilidade Interna), calculado pela FGV, subiu 0,07%, variação bem inferior à registrada pelo IPPA.

O resultado indica que, em outubro, os preços agropecuários cresceram mais rapidamente que os industriais, reforçando a pressão de custos sobre o setor.

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Cenário internacional mostra retração

No mercado global, os preços dos alimentos em dólares caíram 1,6% em outubro, segundo o Cepea. A leve desvalorização de 0,34% do real frente ao dólar não foi suficiente para conter a retração, resultando em queda de 1,27% nos preços convertidos para reais.

Acumulado do ano mantém tendência de alta

Mesmo com oscilações mensais, o IPPA/Cepea acumula alta de 12,04% em 2025. Os destaques positivos continuam sendo os grupos Pecuária (20,21%) e Cana-Café (22,53%).

Já o IPPA-Grãos avança 3,91% no acumulado do ano, enquanto o IPPA-Hortifrutícolas ainda apresenta queda de 13,89%.

Em comparação, o IPA-OG-DI acumula alta de 3,61%, e os preços internacionais de alimentos em reais têm aumento de 5,38%, apesar da queda de 1,32% em dólares.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Massari Fértil e Morro Verde investem R$ 20 milhões e triplicam produção de fosfato natural em Pratápolis (MG)

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Expansão reforça indústria nacional de fertilizantes

A Massari Fértil e a Morro Verde, após a fusão anunciada em janeiro de 2026, consolidaram posição entre as principais empresas brasileiras de fertilizantes naturais. O grupo alcança faturamento estimado de R$ 500 milhões e capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano.

Como parte do plano de expansão, a companhia concluiu um investimento de R$ 20 milhões na unidade de fosfato localizada em Pratápolis (MG), voltado à ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo (FNR).

Produção de FNR é triplicada com modernização da planta

Com o aporte, a capacidade produtiva da unidade passou de aproximadamente 400 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas anuais, representando um crescimento expressivo e consolidando a empresa entre os principais fornecedores nacionais de fosfatos naturais para o agronegócio.

O projeto foi iniciado em 2025 e faz parte da estratégia de expansão da companhia, com foco em aumentar a competitividade da indústria brasileira de fertilizantes e reduzir a dependência de insumos importados.

Investimento gera impacto econômico em Minas Gerais

Além dos ganhos industriais, a expansão deve gerar impactos diretos na economia regional. A expectativa é de criação de empregos diretos e indiretos, fortalecimento da cadeia de fornecedores e aumento da movimentação econômica em Pratápolis e municípios do entorno.

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A iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor mineral e industrial ligado à cadeia de fertilizantes, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro.

Estratégia busca maior autonomia do agronegócio brasileiro

Segundo o CEO da Massari Fértil e Morro Verde, Sérgio Ailton Saurin, o investimento reforça a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento.

“Estruturamos uma operação mais robusta e eficiente, preparada para sustentar nosso crescimento nos próximos anos e atender às necessidades do mercado interno com mais competitividade”, afirmou.

O executivo destaca ainda a importância estratégica do setor de fertilizantes para o país.

“O Brasil ocupa uma posição estratégica no agronegócio global e precisa avançar continuamente em autonomia e eficiência no fornecimento de insumos. Investimentos como este fortalecem a indústria nacional, geram valor para o produtor rural e impulsionam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, completou.

Fertilizantes ganham papel central no agro brasileiro

A ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo reforça o movimento de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes, um dos pilares estratégicos para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.

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Com maior capacidade produtiva interna, o setor busca reduzir gargalos de oferta e ampliar a segurança no abastecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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