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Tecnologia pecuária brasileira ganha força no exterior com participação da Wolf Sementes em eventos internacionais

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Expansão internacional fortalece protagonismo do agronegócio brasileiro

A presença de empresas brasileiras em eventos internacionais tem sido um dos principais impulsionadores da competitividade do país no mercado global de sementes e forrageiras. Nessas ocasiões, o agronegócio nacional apresenta inovações tecnológicas, identifica novas demandas e fortalece relações comerciais estratégicas com diversos países.

Entre as companhias que vêm se destacando nesse movimento está a Wolf Sementes, que recentemente cumpriu uma agenda intensa de compromissos no exterior. A empresa participou de encontros que ampliam a visibilidade da genética tropical brasileira e consolidam a expansão global de suas soluções voltadas à pecuária de alta performance.

Wolf Sementes marca presença em eventos internacionais de destaque

A atuação internacional da Wolf Sementes ganhou força em 2025, com a presença da empresa em eventos estratégicos como a Caravana do Agro Exportador, organizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em Ribeirão Preto (SP); a 10ª African Livestock Exhibition & Congress (ALEC), em Adis Abeba, na Etiópia; e o Zebu Exports Day, realizado em Uberaba (MG).

Essas participações reforçaram o compromisso da companhia em promover a genética tropical brasileira e ampliar a presença das sementes forrageiras nacionais em novos mercados, consolidando parcerias que impulsionam a cadeia pecuária global.

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Experiência internacional e legado familiar impulsionam visão global

Durante a Caravana do Agro Exportador, Sam Wolf, presidente da empresa, compartilhou sua trajetória no comércio internacional, relembrando as origens da Wolf Sementes na Holanda. Ele destacou como essa herança moldou a visão estratégica da companhia, hoje reconhecida pela exportação de sementes forrageiras de alta qualidade.

Sua participação também evidenciou o papel do programa do MAPA como espaço de capacitação, intercâmbio e integração entre empresas exportadoras e mercados estratégicos.

Brasil consolida liderança global em sementes tropicais

A crescente valorização das sementes brasileiras no exterior reflete décadas de investimento em pesquisa, tecnologia de beneficiamento e condições ideais de produção. O país é hoje uma referência mundial em genética de braquiária e pastagens tropicais, atendendo à demanda de produtores que buscam mais produtividade e resiliência em regiões de clima desafiador.

Entre os materiais de maior destaque, a Braquiária híbrida Mavuno vem se consolidando como símbolo da superioridade tecnológica brasileira. Com vigor inicial elevado, rápida formação e ampla adaptação a diferentes tipos de solo, a cultivar se mostra altamente eficiente em regiões com irregularidade hídrica.

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O padrão de pureza e uniformidade alcançado pelo processo industrial nacional garante à Mavuno um desempenho superior frente a concorrentes internacionais.

Parcerias estratégicas e compromisso com o futuro da pecuária

Para Alex Wolf, CEO da Wolf Sementes, participar desses eventos internacionais é fundamental para reafirmar o posicionamento da empresa e fortalecer sua visão de longo prazo.

“Estar presente em eventos como esses reafirma o compromisso da Wolf em expandir fronteiras, compartilhar conhecimento e construir parcerias estratégicas que impulsionam o futuro da agricultura e da pecuária global”, destacou o executivo.

Sustentabilidade e inovação no centro da expansão global

Com o encerramento da agenda internacional de outubro, a Wolf Sementes reforça seu papel como protagonista nos principais fóruns globais do agronegócio. A empresa segue comprometida em ampliar a visibilidade da tecnologia brasileira, promovendo sistemas produtivos mais sustentáveis e eficientes em diferentes regiões do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Guerra no Oriente Médio pode elevar custos no campo e pressionar inflação dos alimentos no Brasil

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As tensões geopolíticas no Oriente Médio voltaram a acender um alerta para o agronegócio global. Um estudo divulgado pelo Rabobank aponta que o prolongamento do conflito na região, aliado ao fechamento do Estreito de Ormuz — uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo — pode provocar aumento dos custos de produção agropecuária e pressionar a inflação dos alimentos no Brasil ao longo de 2026 e 2027.

Segundo a análise, o choque nos mercados de energia já está elevando os preços internacionais do petróleo e do gás natural, criando uma cadeia de impactos que alcança combustíveis, fertilizantes, transporte e logística agrícola.

Petróleo mais caro aumenta custos da produção rural

O relatório destaca que a valorização das commodities energéticas tem efeito direto sobre a atividade agropecuária. O diesel, principal combustível utilizado nas operações agrícolas e no transporte de cargas, tende a registrar alta de preços, elevando os custos desde o plantio até a distribuição dos alimentos.

Além disso, a produção mundial de fertilizantes depende fortemente de gás natural e derivados de petróleo. Com a elevação dos preços desses insumos, a tendência é de aumento nos gastos dos produtores rurais em diversas culturas.

De acordo com as projeções do Rabobank, o Índice de Commodities do Banco Central para Energia (IC-Br Energia) deverá encerrar 2026 com avanço de 41,6% na comparação anual, refletindo a disparada dos preços energéticos observada após a escalada do conflito.

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Agro sente impacto de forma gradual

Diferentemente do mercado de energia, onde os reflexos são imediatos, os efeitos sobre as commodities agrícolas costumam ocorrer de forma mais lenta.

O estudo avalia que os custos mais elevados de energia, frete, fertilizantes e logística devem ser gradualmente incorporados aos preços agrícolas. Como consequência, o Índice de Commodities Agropecuárias (IC-Br Agro) deve voltar a registrar valorização nos próximos meses.

A expectativa é que o indicador feche 2026 com crescimento de 8,8%, sinalizando um ambiente de custos mais elevados para a cadeia produtiva.

Outro fator de preocupação é a possibilidade de ocorrência de um fenômeno El Niño de forte intensidade, cenário que pode provocar alterações climáticas relevantes em importantes regiões produtoras, afetando produtividade e disponibilidade de alimentos.

Inflação dos alimentos pode ganhar força

O levantamento mostra que os alimentos in natura deverão ser os mais sensíveis aos efeitos do choque externo.

Frutas, hortaliças, legumes e outros produtos frescos costumam reagir rapidamente ao aumento dos custos de transporte, combustíveis e insumos agrícolas. Por isso, a projeção é que a inflação desse grupo alcance 9,6% ao final de 2026 e ultrapasse 10% em 2027.

Nos alimentos semielaborados e industrializados, o repasse tende a ocorrer de forma mais gradual. Estoques, contratos de fornecimento e maior diversificação de custos ajudam a amortecer os impactos iniciais da alta das commodities e da energia.

Mesmo assim, os analistas observam que o aumento dos custos deverá atingir toda a cadeia alimentícia ao longo dos próximos trimestres.

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Alimentação no domicílio deve permanecer pressionada

Após um período de desaceleração observado no início de 2026, a inflação dos alimentos consumidos dentro de casa pode voltar a acelerar.

As projeções indicam que a inflação de alimentação no domicílio deverá encerrar 2026 próxima de 6,1%, permanecendo acima dos níveis considerados confortáveis para o controle inflacionário.

Embora o índice deva apresentar desaceleração em 2027, os preços continuarão refletindo os efeitos acumulados da alta dos custos energéticos, das despesas logísticas e dos insumos agrícolas.

Agronegócio acompanha cenário com atenção

Especialistas destacam que o atual cenário reforça a importância do monitoramento dos mercados internacionais pelo setor agropecuário brasileiro.

O Oriente Médio ocupa posição estratégica no abastecimento global de petróleo e fertilizantes. Qualquer interrupção prolongada nos fluxos comerciais pode gerar volatilidade nos preços e afetar diretamente a competitividade do agronegócio.

Para produtores rurais, cooperativas, tradings e indústrias de alimentos, o principal desafio será administrar o aumento dos custos de produção em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, oscilações climáticas e maior volatilidade dos mercados globais.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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