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Iapen promove televisita para mulheres privadas de liberdade que foram transferidas de Cruzeiro do Sul para Tarauacá
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“Eu fiquei muito feliz”, foi o sentimento de L. S. S. ao poder ver a família durante uma televisita. A ação é uma forma de garantir o direito à visita e a proximidade familiar, muito importante no processo de ressocialização de pessoas privadas de liberdade.
O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) promove essas visitas virtuais entre familiares e as mulheres privadas de liberdade que cumpriam pena na Divisão de Estabelecimento Penal Feminino de Cruzeiro do Sul e foram transferidas para a Divisão de Estabelecimento Penal Feminino de Tarauacá, após desativação do prédio do Cruzeiro do Sul.
Televisita é ferramenta para aproximação de mulheres privadas de liberdade e familiares. Foto: cedidaA detenta conta ainda que a visita virtual é uma forma de amenizar um pouco a distância e a saudade: “Foi muito importante poder ver meus filhos e minha mãe que é de idade”.
O chefe da Divisão de Estabelecimento Penal Feminino de Tarauacá, José de Jesus Viana, reitera que a unidade prisional está buscando atender de forma humanitária todos os familiares das internas que vieram de Cruzeiro do Sul. “As visitas de forma virtual têm acontecido uma vez por mês. É gerado o link e tem todo esse acompanhamento com a assistente social, o pessoal da segurança. Tudo que a gente pode fazer a gente tem feito, para tentar aproximar cada vez mais as famílias das presas.”
De acordo com a chefe do Departamento de Assistência e Saúde do Iapen, as televisitas foram oferecidas para todas as dez internas transferidas para Tarauacá. “As visitas virtuais vêm como uma forma de garantir o fortalecimento desse vínculo familiar quando a visita presencial não é possível. São dez detentas, oito delas já realizaram a visita virtual e as outras duas ainda não foi possível (fazer) por uma questão de renúncia delas mesmas.”
Fonte: Governo AC
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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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